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MEIO AMBIENTE

Aberta licitação para controlar erosão em cabeceira de córrego de Campo Grande

Conjunto de obras faz parte de projeto de recuperação do Parque das Nações Indígenas
28/08/2020 10:43 - Adriel Mattos


A Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul (Agesul) abriu licitação para obras na região da cabeceira do córrego Joaquim Português, em Campo Grande.  

O aviso de lançamento foi publicado na edição desta sexta-feira (28) do Diário Oficial Eletrônico (DOE). As empresas interessadas têm até 2 de outubro para apresentar as propostas.

O objetivo é realizar obras de pavimentação asfáltica, recuperação do pavimento, drenagem de águas pluviais e controle de erosão na região da cabeceira do córrego, localizado no Parque dos Poderes Governador Pedro Pedrossian.

Em julho, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro) autorizou a abertura do certame, após estudos.

O documento previa projetos de controle de erosão, planos e programas ambientais na região da cabeceira do córrego, cuja nascente está dentro Parque Estadual do Prosa. É mais uma etapa prevista no conjunto de ações para a revitalização do Parque das Nações Indígenas e entorno, anunciadas em maio de 2019.

 
 

HISTÓRICO

O processo de desassoreamento dos lagos do Parque das Nações começou com a retirada de sentimentos do lago. Esta parte foi feita pela Prefeitura de Campo Grande.  

No total foram retirados 135 mil metros de areia, numa operação que exigiu 12.500 viagens de caminhão até o local de descarte, nos fundos do Centro de Triagem e Encaminhamento do Migrante e População de Rua (Cetremi).

Do lago principal, que se espalha por 5 hectares, foram retirados aproximadamente 115 mil metros de cúbicos de areia, o que exigiu 11 mil viagens de caminhão. O trabalho no lago menor durou 15 dias, onde foram retirados 15.474 metros cúbicos de areia, exigindo 1.500 viagens de caminhão.

A recuperação dos lagos do Parque das Nações Indígenas exigiu investimento de R$ 8 milhões, recurso da prefeitura (R$ 5 milhões) e do Governo do Estado (R$ 3 milhões).  

O projeto inclui a construção de um piscinão no Córrego Réveillon, na esquina das avenidas Mato Grosso com Hiroshima; obras de controle de erosão e recomposição vegetal das margens do Córrego Joaquim Português; e implantação de uma comporta de regulação do nível do lago.

 

Felpuda


Partido político está vivendo processo de autofagia cá por essas bandas. Nada de ideologia ou defesa dos interesses dos filiados. O problema, segundo os mais observadores, é que lideranças não se contentaram em ter cada uma o seu pedaço e decidiram tomar conta com exclusividade do espólio, que, aliás, é regado com cifras milionárias. A legenda deverá se transformarem uma máquina de lavar, no caso, cheia de roupas sujas. E dê-lhe!