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MEIO AMBIENTE

Grupo faz protesto contra construção de prédio próximo ao Parque das Nações

Manifestantes afirmam que vão manter distanciamento de 2 metros entre os envolvidos
20/08/2020 16:26 - Daiany Albuquerque


Um grupo de manifestantes fará neste sábado (22) um protesto próximo ao Parque das Nações Indígenas, na região central de Campo Grande, contra a construção de um prédio no local. 

Segundo os protestantes, a obra pode causar a perda da biodiversidade da região.

De acordo com o grupo, a ideia é sensibilizar as autoridades para a perda da biodiversidade do Parque das Nações, já que os parques têm como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais.

“Possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico”, segundo trecho do artigo 11 da Lei 9985/2000.

A concentração acontece às 10h, no cruzamento das ruas Gonçalo Alves e Canandrina. A manifestação deverá reunir entidades ambientalistas e moradores do bairro Vivendas do Bosque.

Por conta da pandemia, o grupo promete fazer marcadores no asfalto para garantir o distanciamento de 2 metros entre as pessoas. 

Os organizadores pedem que os participantes vão de máscaras e levando o álcool em gel. 

Conforme os manifestantes, o plano diretor que entrou em vigor em 2019 visando acabar com os vazios urbanos, mudou essa possibilidade. 

“Porém, o Bairro Vivendas do Bosque não tem vazio urbano, o que pode ser facilmente constatado pelo google Earth. Tanto é verdade que o Edifício será erguido num terreno de apenas 1.080 metros quadrados. Os lotes nessa região giram em torno de 600 metros quadrados, onde foram erguidas casas com características arquitetônicas bastante peculiares, verdadeiras ‘chácaras’ com árvores frutíferas nos quintais onde os pássaros constroem seus ninhos”, diz trecho da nota. 

Ainda segundo o grupo, os moradores da região reivindicam “o direito à sua história, aos seus valores, e a conviver com a rica biodiversidade do entorno da área verde na qual constituíram seus lares e formaram suas famílias”.

 
 

Felpuda


Tropas de choque ligadas a alguns vereadores estão agitadas que só nas redes sociais na tentativa de desbancar a concorrência das “chefias” que querem porque querem. Querem a cadeira maior da Câmara Municipal de Campo Grande. A da presidência.

Segundo políticos mais antenados, trata-se do “segundo turno” das eleições do dia 15 de novembro, só que com apenas 29 eleitores.