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PANDEMIA

“Estamos juntos nessa guerra”, diz ministro sobre enfrentamento da Covid-19 em MS

Ministro ofereceu apoio das Forças das Armadas no combate a doença
20/05/2020 13:38 - Bruna Aquino


Durante visita a Campo Grande para conhecer de perto os trabalhos realizados nos últimos meses no enfrentamento do novo coronavírus pelo Comando Militar do Oeste (CMO) em Mato Grosso do Sul, o ministro da Defesa Fernando Azevedo e Silva declarou total apoio a Mato Grosso do Sul no combate a pandemia da Covid-19. “Estamos juntos nessa guerra”, disse ao secretário de Estado de Saúde Geraldo Resende. 

Silva participou de videoconferência fechada com comandantes no CMO e em seguida foi a uma visita no hospital referência ao enfrentamento da Covid-19, Rosa Pedrossian, localizado na região sul de Campo Grande.

Em visita rápida a Capital e em poucas palavras, o ministro destacou a importância das ações das Forças Armadas no enfrentamento da pandemia nos últimos 60 dias, além do isolamento social. “A manutenção do isolamento social precisaria de algumas medidas, isso nós já estamos fazendo auxiliando os estados em medidas preventivas e medidas de controle social iríamos precisar de amparo maior, por enquanto não é necessário, porque os aparatos dos municípios estão sendo suficientes para isso”, explicou. 

Durante encontro com o secretário Resende, o ministro firmou apoio e elogiou os trabalhos e em especial o hospital de Campanha. “As Forças Armadas estão aqui para ajudar no que precisar, estamos junto nessa guerra, porque isso é uma guerra, essa é uma obrigação que as forças têm com a população, parabéns, secretário pelo trabalho”, disse. 

COMBATE A PANDEMIA

O ministro destacou também o efetivo utilizado no enfrentamento da pandemia, cerca de 30 mil homens por dia, e comparou com os homens no combate a segunda guerra da força expedicionária Brasileira que na época usou 25 mil homens. 

Dados da Defesa apontam que nos últimos 60 dias, foram realizadas 993 operações de controle de linha de fronteira, a descontaminação de 70 instalações públicas, além do apoio a repatriação de 5.565 brasileiros. No que tange a produção de Equipamento de proteção individual (EPI), foram produzidas 36.295 máscaras e 10,5 mil litros de produtos de limpeza. 

 

Felpuda


Ex-cabecinha coroada anda dizendo por aí ser o responsável por vários projetos para Campo Grande, executados posteriormente por sucessor. 

Ao fim de seus comentários, faz alerta para que o eleitor analise atentamente de como surgiram tais obras e arremata afirmando que não foi “como pó mágico de alguma boa fada madrinha. 

Houve muito suor nos corredores de Brasília”. Então, tá!...