Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

INFORME PUBLICITÁRIO

Há 30 anos no mercado, Ateliê de Costura da Elza oferece atendimento personalizado para clientes

Costureira, Elza realiza de reparos em roupas até a confecção de máscaras cirúrgicas em tecido
09/06/2020 08:00 - Da Redação


 

Há 30 anos, a costureira Elza Almeida Reis constrói os sonhos da família na linha e na agulha. “Eu comecei a costurar na mão, cortava o tecido e fazia tudo sem a ajuda de uma máquina. Foi assim que eu fiz o enxoval da minha filha”, relembra.  

Elza nasceu no Ceará, mas foi em Campo Grande que comprou a primeira máquina de costura. “Foi quando eu comecei a costurar mesmo. Iniciei com pequenos ajustes até aprimorar mais o trabalho”, ressalta.  

O Ateliê de Costura da Elza é um sonho antigo que ganhou forma com o auxílio da filha, Genicleia Almeida Reis. “Minha mãe sempre foi costureira. Estamos aqui no bairro Nova Lima há 16 anos, mas antes moramos na fazenda. Ela me conta que fez meu enxoval sozinha, sem nenhuma máquina e depois com o tempo começou a aprimorar, conforme comprava as máquinas de costura”, explica a filha.

Com atendimento personalizado, o ateliê foi planejado para ser uma opção aos clientes que precisam de reparos rápidos para o cotidiano, como ajustes no comprimento de calças e mangas de terno. “Fazemos todos os tipos de ajustes em roupas, como barra de calças, conserto de botões e zíper, além da confecção de peças”, indica.  

Outro diferencial do Ateliê de Costura da Elza é o atendimento em casa, principalmente para pessoas que fazem parte do grupo de risco para o coronavírus. “Atendemos em domicílio, com hora marcada. Compreendemos que vivemos uma época difícil para todos, em especial, para quem está no grupo de risco e queremos contribuir para a segurança de todos”, ressalta Genicleia. 

 
 

Máscaras cirúrgicas

Estudante de enfermagem, Genicleia Almeida Reis criou um rigoroso sistema de esterilização para máscaras confeccionadas em tecido no Ateliê de Costura da Elza. Com o aumento de pedidos devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), ela percebeu a importância de manter os produtos higienizados e com alto controle de qualidade para os clientes.  

“Eu aprendi a esterilizar a máscara durante o curso de enfermagem, principalmente durante o estágio quando precisamos aprender os cuidados necessários com o equipamento de segurança pessoal.  Trouxe esse conhecimento para o ateliê da minha mãe”, explica.  

Ao lado da mãe, Genicleia cumpre uma série de requisitos para tornar a máscara pronta para o uso logo após a entrega. “Nós temos um processo longo de esterilização das máscaras. Depois de prontas, nós as lavamos com sabão neutro, deixamos de molho no Limax 420 durante 2 horas para retirar qualquer vestígio de contaminação. Em seguida, colocamos para secar, e após a secagem, passamos as máscaras no ferro, borrifando álcool hospitalar”, explica Genicleia.  

O conhecimento sobre o procedimento correto e seguro foi adquirido durante as aulas do curso de enfermagem. “Temos todo o cuidado para não ocorrer contaminações. Entregamos as máscaras embaladas em sacos plásticos também higienizados. A ideia é que o cliente possa utilizar após a retirar da embalagem”, ressalta.  

Para confeccionar as máscaras, Genicleia conta com a experiência da mãe. “Criamos vários modelos para os clientes, sendo dois no estilo, o bico de pato e a máscara cirúrgica, e o restante com modificações na fixação da máscara, podendo ser com elástico, aquela tradicional na orelha, ou de amarrar com fitas. Também temos o extensor de máscara que possibilita o ajuste sem pegar na orelha”, frisa.

Serviço – Mais informações sobre o Ateliê de Costura da Elza pelo telefone (67) 99634-6373 ou nas redes sociais @elzaalmeida67.

 

Felpuda


Ex-cabecinha coroada anda dizendo por aí ser o responsável por vários projetos para Campo Grande, executados posteriormente por sucessor. 

Ao fim de seus comentários, faz alerta para que o eleitor analise atentamente de como surgiram tais obras e arremata afirmando que não foi “como pó mágico de alguma boa fada madrinha. 

Houve muito suor nos corredores de Brasília”. Então, tá!...