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CORONAVÍRUS

Para ajudar Lacen, Hemosul vai analisar exames laboratoriais da Covid-19

Mais de 2,5 mil amostras ainda estão em análise
07/07/2020 13:31 - Bruna Aquino, Glaucea Vaccari


 

A partir desta quarta-feira (8), o Laboratório Central de Mato Grosso do Sul (Lacen) terá mais um reforço.  

Além dos parceiros já existentes como a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Hemocentro de Mato Grosso do Sul (Hemosul) também vai auxiliar nas análises dos testes do novo coronavírus que ainda estão ‘empacados’.  

Os testes continuarão sendo realizados no Lacen conforme procedimento do laboratório. Ao todo, serão analisados pelo Hemosul 200 testes por dia, podendo aumentar aos fins de semana.  

De acordo com a Coordenadora Geral da Rede Hemosul, Marli Vavas, a parceria com o Lacen existe há anos. “Já suprimos as necessidades um do outro em outras ocasiões, e neste momento da pandemia, iremos contribuir para otimizar a capacidade de resultados para o teste de Covid", explica.  

A coordenadora reforça que o Hemosul não fará coleta e teste em pacientes, apenas analisará as amostras do Lacen. Quem tiver sintomas deve procurar as secretarias estadual ou municipal de Saúde para agendamento do teste, e não deve se dirigir ao hemocentro. 

Ao todo, estão em análise no Lacen 2.547, o que corresponde a 6% das amostras em todo o Estado, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES).

O Lacen realiza exames de média e alta complexidade, atendendo os 79 municípios de Mato Grosso do Sul e é reconhecido como um centro de referência regional nos diagnósticos de agravos e nas análises de produtos e tem como missão prestar serviços laboratoriais à comunidade no que tange à saúde pública, visando atender com qualidade e confiabilidade no âmbito da Vigilância Epidemiológica, Sanitária, Ambiental e Saúde do Trabalhador.

 

Felpuda


Conversas muito, mas muito reservadas mesmo tratam de possível mudança, e não pelo desejo do “inquilino”.

Por enquanto, e em razão de ser um assunto melindroso, os colóquios estão sendo com base em metáforas.

Até quando, não se sabe, pois o que hoje é considerado tabu poderá se tornar assunto em rodinhas de conversas.

Como dizia o célebre Barão de Itararé: “Há mais coisas no ar, além dos aviões de carreira”. Só!