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COVID-19

Hemosul começa a analisar exames para desafogar o Lacen

Não será feito coleta de exames no local
09/07/2020 10:16 - Gabrielle Tavares


O Hemosul de Campo Grande começou a fazer testagem laboratorial diária de 200 exames da Covid-19. A medida é em cooperação com o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), que está sobrecarregado com as amostras. O Hemosul não fará a coleta dentro da instituição.  

“O Hemosul não fará coletas, receberá as amostras dos locais autorizados e fará a testagem. Essa parceria entre o Hemosul e o Lacen existe há anos. Já suprimos um ao outro as necessidades e neste momento da pandemia iremos contribuir para otimizar a capacidade de resultados para o teste de Covid-19”, afirma a coordenadora Marli Vavas.  

O Ministério da Saúde cedeu os equipamentos necessários ao Hemosul, além de doar reagentes para realizar estes testes. De acordo com o Boletim Epidemiológico da quarta-feira (8), o Lacen tem 2.892 amostras em análise. Em todo o Estado já são 11.063 casos confirmados e 134 óbitos.

Segundo o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, a iniciativa da Hemosul vai auxiliar o Estado para otimizar a entrega de resultados e assim proporcionar uma melhor compreensão da atual realidade da doença em Mato Grosso do Sul. “Com esse apoio da Hemosul, de segunda a segunda, poderemos ter um mapa cada vez mais real da pandemia e assim acelerar a tomada de decisões”.

Doação de sangue

Os trabalhos relacionados à doação de sangue serão mantidos, ainda mais diante do baixo estoque, principalmente referente aos tipos O positivo e O negativo. Segundo o Hemosul, as amostras da Covid-19 são encaminhadas com total segurança ao laboratório e o doador não terá contato ou risco de contágio.

A instituição ainda reforça que não fara coletas dos exames e pede para que a população não se dirija à unidade para realização dos testes de diagnóstico da doença. 

 
 

Felpuda


É quase certo que a aposentadoria deverá ocorrer de maneira mais rápida do que se pensava em determinado órgão. O que deveria ser a tal ordem natural dos fatos acabou sendo atropelada por acontecimentos considerados danosos para a imagem da instituição. Os dias estão passando, o cerco apertando e já é praticamente unanimidade de que a cadeira terá de ter substituto. Mas, pelo que se ouve, a escolha não deverá ser com flores e bombons de grife.