Cidades

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Homicídio faz população pedir mais segurança

Homicídio faz população pedir mais segurança

Redação

18/03/2010 - 08h18
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Assustados com o número de crimes que vem ocorrendo na região do Bairro Santa Luzia, moradores da localidade pedem mais policiamento. Segu ndo residentes da Rua Santo André, onde ontem o vigia noturno Pedro Eudes de Moura, 61 anos, foi assassinado a facadas e t iros, pelo menos sete homicídios ocorreram no bairro em um ano. A dona de casa Esmínia Vilela, 54 anos, mora no Santa Luzia há 22 anos e considerava o bairro tranquilo para viver com a família. Mas, segundo ela, a violência “está tomando conta da vila” e a situação amedronta deixando moradores. Drogas “Tem muita gangue aqui e o pessoal que usa droga também não dá paz. A gente não pode nem pensar em sair de casa durante à noite. Já faz uns três anos que a coisa está ficando feia, mas é de um ano para cá que começaram a matar as pessoas”. E sm í n i a c o n t a qu e já tomou con hecimento de, pelo menos, sete assassinatos ocorridos no bairro em 2009. “Todas eram pessoas con hec idas, criadas ju nto com meus fi l hos. Isso dei xa a gente com muito medo mesmo, principalmente, pelo meu filho e marido que trabalham e voltam tarde da noite para casa”. Jos é dos S a ntos, 7 7 anos, morador da casa 330 na Rua Santo André, onde o corpo do vigia assassinado ontem foi encontrado, revela que também se preocupa com a segurança da família. “Não me lembro de ter tido problemas com a bandidagem quando nos mudamos para cá (há 15 anos), mas agora está acontecendo muita coisa errada. É gente assaltando, entrando nas casas, assim não dá mais. A polícia tem que vir e ficar fazendo ronda a noite toda aqui, só assim a gente vai poder ficar tranquilo”. O 9º Batalhão da Polícia Militar (PM) é responsável pela execução do policiamento prevent ivo, bem como pelo atendimento às ocorrências registradas no Santa Luzia. (AZ).

Interior

Colisão entre carro e carreta mata uma pessoa na MS-379

O acidente ocorreu no início da tarde de hoje, na região da Usina São Fernando, que permanece bloqueada por tempo indeterminado. O trânsito no local está lento até a remoção dos veículos envolvidos.

24/07/2024 14h00

Motorista do Fiat Estrada envolvido no acidente ainda não foi identificado

Motorista do Fiat Estrada envolvido no acidente ainda não foi identificado Foto: Sidnei Bronka/Ligado Na Notícia

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Colisão entre um Fiat/Strada e uma carreta, deixou uma pessoa morta na MS-379, próximo ao município de Dourados, a 221 quilômetros de Campo Grande. De acordo com a polícia, o trânsito na região ficou bastante lento e as causas do acidente estão sendo invstigadas. 

Conforme informações de testemunhas, a picape Fiat/Strada envolvida no acidente seguia sentido Dourados, enquanto a carreta que pertencia a uma transportadora, seguia sentido Laguna Carapã, quando ocorreu a colisão de frente. 

Equipes da perícia técnica e da Polícia Civil estiveram na região e devem iniciar uma investigação para descobrir as causas do acidente. 

Além da polícia, uma equipe do Corpo de Bombeiros também esteve no local do acidente para ajudar no socorro das vítimas. Não há informações sobre o estado de saúde do motorista da carreta

Por causa do acidente, a região da Usina São Fernando está bloqueada, por tempo indeterminado.  

Aos motoristas que precisam acessar a região, a rota alternativa está sendo realizada por dentro de uma fazenda.

O trânsito na região ainda segue lento para a retirada dos veículos envolvidos na colisão. 

Motorista do Fiat Estrada envolvido no acidente ainda não foi identificado Sidnei Bronka/Ligado Na Notícia

 

*Informações do site Ligado Na Notícia 

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Douradina

Juiz concede prazo de cinco dias para indígenas desocuparem sítio

Magistrado federal determina multa de R$50 mil por descumprimento da ordem.

24/07/2024 13h30

Indigenas e fazendeiros entram em conflito em propriedades rurais de Douradina

Indigenas e fazendeiros entram em conflito em propriedades rurais de Douradina Reprodução/

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Após indígenas, fazendeiros e Ministério Público Federal (MPF), entrarem em acordo depois conflito agrário na última sexta (19), chamar atenção do governo brasileiro e aumentar a tensão entre produtores rurais, o juiz federal Rubens Petrucci Junior, deu prazo de cinco dias para os guaranis-kaiowás deixarem a propriedade ocupada desde 14 deste mês, no município de Douradina, a 191 quilômetros de Campo Grande.  

O conflito que aconteceu na última semana deixou um indigena baleado na perda e os produtores rurais preocupados de que forma poderia proteger suas terras.  

A reportagem do Correio do Estado teve acesso ao documento assinado pelo magistrado federal. Conforme o texto, ele pede atenção ao governador Eduardo Riedel e também uma mobilização efetiva da Polícia Militar para garantir o despejo dos indígenas no sítio  “José Dias Lima”, de 147,7 hectares, localizado na MS-470, rodovia que liga Douradina ao município de Itaporã.

Ainda de acordo com documento, aproximadamente 50 indígenas estão na propriedade, onde montaram barracos e impedem o acesso de pessoas ao local.  

O juiz ainda relata que a propriedade rural citada possui 2 mil hectares e foi identificada como parte da aldeia Panambi/Lagoa Rica, pela Funai em 2011, mas o processo de demarcação segue parada pela justiça. 

O documento ainda cita que em caso de descumprimento da ordem de desocupação, foi determinada uma aplicação de multa de R$50 mil por ato ou ação ilícita de R$ 1 mil por dia de ocupação, após intimação. 


Após reunião com MPF, indígenas ficam, mas nova reunião foi agendada 


Após horas de reunião na sede do Ministério Público Federal (MPF), em Dourados, a 221 quilômetros de Campo Grande, ficou acordado que os indígenas continuarão nas terras até a próxima reunião, agendada para o dia 29 deste mês.

De acordo com o MPF, a proprietária das terras afirmou que não haverá qualquer movimentação ou conflito, tanto por parte dos produtores rurais quanto dos Kaiowá e Guarani, até que uma solução consensual seja alcançada entre as partes.
 

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