Clique aqui e veja as últimas notícias!

CORONAVÍRUS

Medidas restritivas não afetarão horário do comércio para compras de fim do ano

A partir do dia 7 de dezembro, horário do comércio será estendido até às 22 horas. Expectativa da Associação Comercial é recuperar prejuízos no natal
25/11/2020 13:16 - Gabrielle Tavares


Prefeitura de Campo Grande e Associação Comercial relataram que o aumento nos casos da Covid-19 nas últimas semanas não afetará o horário do comércio da Capital. Também confirmaram a extensão do horário até às 22h a partir do início do próximo mês.

“O natal é onde todo mundo está esperando recuperar os prejuízos de 2020”, alegou o representante da Associação Comercial, Roberto Oshiro, presente na reunião com autoridades do município para decidir as medidas preventivas na Capital para os próximos 15 dias.

Acompanhe as últimas notícias do Correio do Estado

As principais apostas para a redução dos casos é o toque de recolher e as blitz, que voltarão a valer a partir de amanhã (26), da meia-noite até às 5h, conforme anunciado pelo prefeito Marcos Trad (PSD).

Medida criada para conter festas e aglomerações observadas na faixa etária entre 20 a 29 anos e 30 a 40 anos. Dessa forma, o horário comercial não deve ser afetado, a expectativa é que as vendas no natal recuperem os prejuízos da categoria sofridos durante o ano.

“A gente pediu também na reunião para que pudéssemos fazer algumas ações preventivas, para manter em controle da doença. Porque a gente já teve várias experiências durante esses 8 meses, o que foi mais efetivo foram as blitz, mais do que o toque de recolher”, defendeu o Oshiro.

Ele explicou ainda que o setor não vê a Black Friday, que acontece nesta semana, como esperança porque o evento não gera lucros, já que é queima de estoque.

“A Black Friday é promoção e em promoção não recupera prejuízo. É só para renovação de coleção ou alguma coisa assim, não tem margem para recuperar prejuízo. Mas é claro que não vão colocar todo o estoque em promoção, não tem como fazer isso, ainda mais em um ano de prejuízo”, ressaltou Oshiro.