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PANDEMIA

Hospitais de campanha de São Paulo já registram 14 mortes

Números são dos hospitais municipais de campanha do Anhembi e do Pacaembu
10/05/2020 23:00 - Estadão Conteúdo


 

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo atualizou neste domingo (10) a situação do novo coronavírus na capital paulista e os números dos hospitais municipais de campanha do Anhembi e do Pacaembu. O HMCamp do Anhembi, na zona norte, registrou a morte de uma mulher de 61 anos por Covid-19.

O boletim epidemiológico da Prefeitura de São Paulo não dá mais detalhes sobre a vítima, mas informa que ela era do grupo de risco por causa de comorbidades. Agora já são 14 mortes ocorridas nos hospitais de campanha de São Paulo.

A cidade de São Paulo possui dois hospitais de campanha sob gestão da prefeitura (Anhembi e Pacaembu) e um pelo Estado (Ibirapuera).

Os hospitais de campanha foram criados para ampliar o número de leitos hospitalares na capital.

Eles não são abertos ao público e atendem casos de baixa e média complexidade para tratamento da covid-19 encaminhados por outras unidades de saúde.

Atualmente, o Anhembi possui 522 pacientes internados. Já o hospital Pacaembu atende 146 pacientes.

Ainda de acordo com o poder municipal, 1.652 pacientes estão internados hoje em todos os hospitais da rede municipal. Desse total, 426 estão nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). A taxa de ocupação geral das UTIs chegou a 87%.

O boletim traz ainda uma comparação entre a evolução da doença no último mês. A cidade de São Paulo havia registrado 1.110 óbitos até o dia 9 de abril, considerando-se os casos confirmados e também os suspeitos.

Um mês depois, até o dia 9 de maio, foram registrados 5.018 óbitos.

Isso representa um aumento de 352 % dentro de 30 dias. Hoje, a cidade de São Paulo tem 28.027 casos confirmados e mais 109.207 suspeitos.

 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!