Cidades

Crise na saúde

Hospitais do Rio funcionam, mas com restrições no atendimento

Hospitais do Rio funcionam, mas com restrições no atendimento

AGÊNCIA BRASIL

02/01/2016 - 05h00
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O Gabinete de Crise, montado pelo Ministério da Saúde, após os problemas de falta de atendimento no sistema de saúde do estado do Rio de Janeiro informou que neste primeiro dia de 2016 dez hospitais da rede estão com funcionamento normal.

A Secretaria de Estado de Saúde alertou que os hospitais estaduais Rocha Faria, Albert Schweitzer, Carlos Chagas, Getúlio Vargas, Adão Pereira Nunes, Azevedo Lima, Alberto Torres, Hospital da Mulher Heloneida Studart, Hospital da Mãe e Melchíades Callazans são unidades de urgência e emergência e, por isso, pacientes de baixa complexidade serão encaminhados para Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e/ou unidades de atenção básica.

A secretaria assegurou, no entanto, que todos os pacientes serão atendidos conforme a classificação de risco, dos casos mais graves aos menos graves.

Especialidades

No Hospital Estadual Rocha Faria não há restrição no funcionamento das especialidades clínica médica, ortopedia, cirurgia geral, pediatria e maternidade. Os casos de menor complexidade são direcionados para o atendimento na UPA Campo Grande I, localizada na Estrada do Mendanha.

No Hospital Estadual Albert Schweitzer são as mesmas especialidades, mas os casos de menor complexidade são encaminhados para a UPA Realengo, na Rua Marechal Joaquim Inácio.

Os atendimentos no Hospital Estadual Carlos Chagas estão restritos às especialidades de clínica médica, cirurgia geral e pediatria. Os casos de menor complexidade estão sendo direcionados para a UPA Marechal Hermes, na Rua Xavier Curado.

Os pacientes que procuram o Hospital Estadual Getúlio Vargas só serão atendidos se os casos forem das especialidades de clínica médica, cirurgia geral, neurocirurgia, ortopedia e pediatria. Os de menor complexidade são encaminhados para a UPA Penha, na Avenida Lobo Júnior.

Nos hospitais Estadual Adão Pereira Nunes e Azevedo Lima são as mesmas especialidades e ainda maternidade. Os pacientes com menor complexidade que chegam ao Adão Pereira Nunes são direcionados ao atendimento no Hospital Municipal Moacyr do Carmo, na Rodovia Washington Luiz, em Duque de Caxias. No Azevedo Lima, o encaminhamento é para UPA do Fonseca, na Rua Sá Barreto, em Niterói; ou para UPAs próximas à residência dos pacientes.

Quem procurar o Hospital Estadual Alberto Torres será atendido nas especialidades de clínica médica, cirurgia geral, cirurgia pediátrica, neurocirurgia, ortopedia e pediatria. Os casos de menor complexidade estão sendo orientados a buscar atendimento no Pronto-Socorro de São Gonçalo,na Praça Stephânia de Carvalho, no centro do município; na UPA do Colubandê, Rodovia Amaral Peixoto; e na UPA de Santa Luzia, na Avenida Bispo Dom João da Mata, no Laranjal.

UPA

Conforme a Secretaria de Estado de Saúde, as UPAs de gestão estadual estão funcionando normalmente, mas na de Itaboraí o atendimento de pediatria está restrito aos casos mais graves. Os de menor complexidade são orientados a buscar atendimento no Hospital Municipal Desembargador Leal Júnior, na Avenida Prefeito Álvaro de Carvalho Junior, em Nancilândia. 

Ontem (31) o Ministério da Saúde liberou R$ 45 milhões para Fundo Estadual de Saúde do Rio de Janeiro que serão aplicados na manutenção dos serviços da rede de atendimento. No dia 23 de dezembro, o governo fluminense decretou Estado de Emergência no Sistema de Saúde.

SEGUNDO DO DIA

Incêndio de grandes proporções atinge borracharia na Capital

Devido ao material queimado, fumaça espessa se formou e pôde ser vista de longe; É o segundo grande incêndio registrado na Capital nesta quinta

20/06/2024 19h13

Incêndio atingiu borracharia no início desta noite

Incêndio atingiu borracharia no início desta noite Foto: Reprodução

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Uma borracharia localizada na Avenida Mascarenhas de Moraes foi atingida por incêndio de grandes proporções na noite desta quinta-feira (20), em Campo Grande. 

O local, que fica no bairro Coronel Antonino, estava fechado quando o fogo começou e logo as chamas se alastraram e, devido também ao fato de pneus queimarem, uma espessa fumaça preta pode ser vista de longe.

Equipes do Corpo de Bombeiros estão no local e trabalham no combate ao fogo. Ainda não há informações sobre o que ocasionou o incêndio e, até a publicação desta reportagem, a informação é de que não há vítimas.

 

É o segundo grande incêndio registrado na Capital nesta quinta-feira. Pela manhã, um incêndio de grandes proporções atingiu a antiga fábrica de refrigerantes da Frutilla. O imóvel, às margens do anel viário, entre as saídas para São Paulo e Sidrolândia, é utilizado como depósito de um grande volume de material reciclável. 

O forte vento levava a densa fumaça preta para o lado contrário ao da pista durante toda a manhã. As chamas atingiram parte da vegetação vizinha ao imóvel, mas a atuação dos bombeiros conseguir conter as chamas.

Estiagem

Campo Grande não registra chuva significativa desde 24 de maio e a umidade do ar das últimas duas semanas tem ficado abaixo de 30%, especialmente durante a tarde.

Este cenário de estiagem facilita a propagação do fogo.

Retorno

Professores e técnicos suspendem greve e aceitam proposta do governo federal

Servidores da UFMS e IFMS, anunciaram fim da greve, nesta quinta-feira (20), por meio de live e aguardam autorização do Sindicato Nacional para o retorno de atividades

20/06/2024 18h30

As respectivas instituições aguardam resposta dos sindicatos Nacionais que definirão o aval para data do retorno de calendário

As respectivas instituições aguardam resposta dos sindicatos Nacionais que definirão o aval para data do retorno de calendário Imagem Arquivo

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Professores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e servidores do Instituto Federal (IFMS), entraram em acordo pelo encerramento da greve. O retorno será oficializado assim que o Sindicato Nacional de ambas as categorias informarem a data do retorno do calendário acadêmico. 

Com greve deflagrada no dia 1° de maio, professores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, estimaram o retorno para julho. Ao todo foram 9 semanas de paralisação. A decisão do prazo para as datas de saída de greve serão definidas pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior.

"Estamos estão aguardando na segunda-feira receber esse comunicado do âmbito do Sindicato Nacional, com as datas indicativas para saída de greve", apontou a  presidente da Seção Sindical dos Docentes da UFMS, Mariuza Aparecida.

Em live, transmitida nesta quinta-feira (20), a presidente da Seção Sindical dos Docentes da UFMS, a Adufms, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, explicou que em 2022, durante o processo de transição do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apresentaram as questões das perdas salariais dos Servidores Públicos Federais.

"Após assumir o governo anunciou um reajuste de 9% que passou a ser efetivado a partir de maio de 2023. A partir de então, várias conversas foram sendo realizadas e propostas apresentadas. Por fim, uma organização unificada de servidores públicos federais foi se afunilando as perdas de cada categoria".

 

Greve

A princípio, segundo informou Mariuza, a educação iniciou uma discussão em cima dos últimos seis anos, apontando para uma defasagem de 27%. 

Com isso, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior, em parceria com o Sindicato Nacional que representa os servidores (docentes e técnicos), apresentaram ao governo Federal uma proposta de 22.71%, dividida em três vezes. 

Como contraproposta, o governo apresentou 4,6% em 2025 e 4,6% em 2026. Proposta inicial foi rejeitada em todas as Assembleias. Buscando uma saída, durante o Congresso do Sindicato Nacional, o governo expôs suas dificuldades em atender as categorias.

No dia 27 de maio, a categoria protocolou uma proposta em que cobrava ao menos a reposição do Índice de preços ao consumidor (IPCA), de 3.69, a ser pago ainda em 2024. 

"Infelizmente não conseguimos avançar nesta pauta, mas avançamos em várias outras, como a questão do que chamamos de 'revogaço' que é a revogação de diversas normas, dentre elas aquela que suspendeu a promoção e progressão dos professores durante a pandemia", destacou Mariuza.

"No âmbito dos Institutos Federais, a obrigatoriedade da assinatura de ponto no âmbito da pesquisa e extensão externa, tem uma série de garantias que conseguimos avançar".

Entenda como ficou o reajuste dos auxílios e recomposição:

Para o ano de 2024

  • Auxílio-alimentação
  • Saúde complementar 
  • Creche

Para 2025

  • 1º de maio, 9% de recomposição salarial;

2026

  • Recomposição a partir de 1º de abril de 3,6%

Muito embora, não tenham conseguido alcançar todas as reivindicações, Mariuza acredita que houve um avanço, por isso, no dia 18 de junho, optaram pela saída coletiva da greve.

A partir de então, conforme os ritos, a Seção Sindical dos Docentes da UFMS, irá encaminhar a decisão para, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior, que definirá qual será o período de saída coletiva de greve.

Instituto Federal 

Os docentes e técnicos administrativos do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), acataram a proposta apresentada às categorias pelo governo Federal, e informou que apesar do resultado da votação ter sido favorável ao retorno das aulas, nãosignifica o fim da greve iniciada no dia 3 de abril. 

"A decisão será definida na plenária nacional do sindicato, que será realizada nesta sexta-feira e sábado, 21 e 22 de junho", informou o IFMS.

A recomendação aos estudantes dos dez campi, no Estado, é que sigam os comunicados que serão emitidos por meio do site da instituição (www.ifms.edu.br/greve), ou por telefone. 

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