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PANDEMIA

Hospital Regional instala contêiner para armazenar corpos da Covid-19

Quatro corpos já tiveram que ser colocados no espaço, por não haver vagas na câmara mortuária
13/07/2020 15:47 - Daiany Albuquerque


 

O Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, unidade referência na cidade para o tratamento da Covid-19 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) instalou um contêiner ao lado da unidade para abrigar corpos de pacientes mortos com a doença. Isso porque a câmara mortuária da unidade não tem mais vagas.

De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, até agora quatro corpos de vítimas da doença foram colocados neste espaço por não ter mais vagas na câmara mortuária da unidade, que possui oito gavetas para pacientes mortos. 

Ainda conforme a unidade, esses corpos já não estão mais nesse contêiner porque já foram levados pelas funerárias responsáveis pelo enterro das vítimas.

O contêiner foi instalado no estacionamento do Hospital Regional, onde também fica o Hospital de Campanha montado pela unidade. Ele tem capacidade para 24 corpos colocados em macas e será usado sempre que não houver vagas na câmara mortuária da unidade.

Segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela unidade, o Hospital já atendeu desde o início da pandemia do novo coronavírus 307 pessoas, sendo que 35 eram servidores do centro médicos, 150 já receberam alta e outras 91 continuam internadas. Até agora, 31 pessoas morreram no local por conta da doença.

Dos que ainda são atendidos no hospital, 42 estão na enfermaria, 48 em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e 1 se recuperou da doença e aguarda receber a alta. No setor crítico, que corresponde a leitos de UTI e semi-intensivos, a ocupação está em 90%. Das 83 vagas disponíveis, apenas 8 continuam sem pacientes.

Em Mato Grosso do Sul 13.461 pessoas foram diagnosticadas com a doença, 228 exames positivos para o novo coronavírus nas últimas 24 horas. O Estado tem 167 mortes, sendo 37 só em Campo Grande.

 

Felpuda


Candidato a prefeito em cidade do interior tremeu que só nas bases diante da decisão que tirou a corda do pescoço de adversário, liberando o dito-cujo para disputar a eleição.

Como acreditava que o pleito seria “um passeio”, estava até pensando no modelito que usaria no dia da posse.

Agora, teme nadar, nadar e morrer na beira da praia, deixando o terno pendurado no cabide.