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i30 CW Novo Hyundai a caminho

i30 CW Novo Hyundai a caminho

Redação

23/04/2010 - 01h20
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Fernando Miragaya, Auto Press

A Hyundai consegue proezas no mercado brasileiro. Depois de alcançar patamares de vendas surpreendentes para os utilitários esportivos Tucson e Santa Fe – e também números significativos para o sedã grande Azera –, a marca sul-coreana extrapolou a receita com o i30. Mas além de realçar o costumeiro e agressivo custo/benefício, já aplicado em todos os seus automóveis por aqui, com o hatch médio a montadora tratou de praticar um eficiente marketing, comparando, com certo exagero, o carro com modelos da BMW. Nessa mesma lógica, a Hyundai vai ampliar a linha do i30 no Brasil, a partir de junho, com a importação da versão perua CW do modelo. E torce para que as vendas, este ano em 3 mil unidades mensais só com o hatch, também se ampliem.

O CW quer realçar uma faceta – bem discreta – “aventureira” do i30. É a sigla para “Crossover Wagon”. No estilo, contudo, essa poção off-road do médio tem um jeitão muito mais familiar de perua. É verdade que o modelo tem um aspecto bem “parrudinho”. Em relação ao hatch, o comprimento é naturalmente maior: 4,47 metros contra os 4,24 m do dois volumes. Os 1,77 m de largura e 2,65 m de entre-eixos permanecem na station wagon. Mas por conta de um suporte para bagageiro de teto, a altura é ampliada em 12 cm e chega a 1,56 m.

A robustez também ganha eco no teto com caimento em arco na terceira coluna, linha de cintura em cunha, o vidro espia quase triangular, o rack no teto e as caixas de rodas bem delimitadas. Na traseira, o i30 CW adota lanternas verticais e paralelas ao vidro traseiro, que seguem o estilo do hatch médio. A janela ampla e retilínea contrasta com a tampa do porta-malas abaulada, enquanto os parachoque bojudos se sobressaem em relação à porta traseira. A frente é idêntica ao hatch: farois angulosos, capô abaulado e grade frontal com um filete cromado e a logomarca da Hyundai.

Na parte de motorizações, a marca sul-coreana vai seguir a estratégia enxuta, o que significa compartilhamento de peças e estoque mais simplificado. Ou seja, o i30 CW vai usar o mesmo propulsor 2.0 16V do i30 hatch e do Tucson, com comando de válvulas variável na admissão. A unidade de força gera 145 cv de potência 6 mil rpm e torque máximo de 19 kgfm disponível nos 4.500 rpm. A transmissão, assim como nos dois volumes, terá a opção de câmbio manual de cinco marchas ou transmissão automática de quatro velocidades. A suspensão é independente do tipo McPherson na frente e independente com braços múltiplos atrás.

Na lista de equipamentos, a Hyundai também vai manter a configuração única para o CW no Brasil, com diferentes pacotes de equipamentos a cada faixa de preço. Todos os modelos da station wagon chegarão ao Brasil com air bag duplo e freios com ABS. Na parte de conforto, ar-condicionado, direção elétrica, trio, rádio/CD/MP3, sensor de chuva, keyless, entre outros. Esta versão inicial do i30 CW deve começar em R$ 56 mil, cerca de R$ 2 mil a mais que o i30 hatch básico.

A perua média ainda pode receber air bags laterais e do tipo cortina, controles eletrônicos de estabilidade e de tração, teto solar, encostos de cabeça dianteiros ativos, ar automático, sensor de obstáculos traseiro. O que deve fazer a versão top chegar a R$ 75 mil. Um custo/benefício agressivo em um nicho carente de novidades e de concorrentes. Afinal, a Peugeot 307 SW e o Renault Mégane Grand Tour estão em fase de “despedida” e o Volkswagen Jetta Variant só chega em versão topo de linha com preços acima de R$ 84 mil. Um panorama que pode ser favorável para a Hyundai deslanchar mais uma vez.

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BNDES financia R$ 1,98 bi para Bram construir 6 navios de apoio fretados pela Petrobras

O anúncio acontece um dia após a estatal assinar, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contratos para expansão da sua frota própria de gaseiros, barcaças e empurradores no estaleiro da Ecovix, no Rio Grande do Sul, no valor de R$ 2,8 bi

21/01/2026 19h00

Sede da Petrobrás

Sede da Petrobrás Imagem: Agência Petrobras

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 1,981 bilhão para a Bram Offshore Transportes Marítimos construir seis embarcações híbridas de apoio marítimo à produção offshore de petróleo e gás, que serão afretadas pela Petrobras, informou o banco nesta quarta-feira, 21.

O anúncio acontece um dia após a estatal assinar, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contratos para expansão da sua frota própria de gaseiros, barcaças e empurradores no estaleiro da Ecovix, no Rio Grande do Sul, no valor de R$ 2,8 bilhões.

Já as embarcações de apoio financiadas pelo BNDES decorrem de contratos da Petrobras para afretamento por 12 anos, e serão utilizadas para o transporte de suprimentos entre as plataformas de perfuração ou produção em alto mar e as bases em terra. A construção será no Estaleiro Navship, em Navegantes, Região Metropolitana da Foz do Rio Itajaí, em Santa Catarina.

A propulsão dos navios será híbrida, do tipo diesel-elétrica, com bancos de baterias que fornecerão energia suficiente para que, sem outra fonte, sejam capazes de manter a embarcação em posição por um tempo preestabelecido. Também serão dotadas de conector elétrico capaz de receber energia diretamente do porto, quando atracadas.

"O apoio do BNDES contribui para desenvolver e capacitar com emprego de tecnologias mais avançadas o parque nacional de estaleiros, a partir da produção de embarcações com banco de baterias e motores elétricos, que reduzem as emissões de gases de efeito estufa", afirmou em nota o presidente do banco, Aloizio Mercadante.

Segundo o BNDES, os recursos virão do Fundo da Marinha Mercante (FMM). A Bram vai adquirir, até julho de 2028, 6 embarcações da classe PSV 5000. Com o projeto, a expectativa é de criação de 620 empregos diretos no estaleiro durante a construção das embarcações e de 190 empregos diretos na Bram na fase operacional delas.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 21, no Estaleiro Navship, pelo ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, em cerimônia com a presença da diretora de Infraestrutura e Mudança Climática do BNDES, Luciana Costa.

"Esse tipo de investimento só acontece em um País que voltou a ter estabilidade econômica e confiança para investir. O resultado não poderia ser melhor: estaleiros cheios, mais de 50 mil empregos gerados no setor em 2025 e o fortalecimento da nossa economia", disse na ocasião o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

A Bram Offshore Transportes Marítimos Ltda é uma empresa do grupo americano Edison Chouest, de capital fechado, com presença no Brasil desde 1991. Atualmente, é a maior companhia de apoio offshore do país, operando uma frota de 77 embarcações.

Ponta Porã

Fronteira: PF deflagra operação contra uso irregular de substâncias químicas

Investigação foi iniciada com a apreensão de caminhõestanque

21/01/2026 18h20

Foto: Divulgação

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A Polícia Federal realizou nesta quarta-feira (21), uma operação contra empresas suspeitas de utilizar estruturas de fachada para o manuseio irregular de substâncias química, ação realizada em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai.

A investigação foi iniciada com a apreensão de caminhõestanque, que transportavam líquido transparente identificado como NAFTA, comumente empregada na adulteração de combustíveis. 

A ação contou com o apoio de fiscais da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e cumpriu mandados de busca e apreensão e a suspensão de atividades ilegais.

Operação visa prevenir práticas ilícitas, proteger o consumidor e fortalecer a coleta de provas para o aprofundamento das investigações. As apurações seguem em andamento, sob sigilo.

A substância apreendida estava em desacordo com as notas fiscais. Há indícios de que o líquido era carregado e armazenado clandestinamente em imóveis ligados às empresas investigadas.

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