Cidades

Nova Alvorada do Sul

Identificada família envolvida
em acidente na BR; criança continua desaparecida no rio

Suspeita da polícia é de que caminhonete Hilux transitava em velocidade incompatível

VÂNYA SANTOS E MARESSA MENDONÇA

03/10/2015 - 14h38
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A condutora da caminhonete Hilux, que aquaplanou às 10h30min deste sábado (3) foi identificada como Alcione Neres da Costa, 36 anos. Ela morreu em acidente, que aconteceu no km 382 da BR-163, em Nova Alvorada do Sul, a 120 quilômetros da Capital. Suspeita é de aquaplanagem porque foram encontradas marcas de derrapagem na pista.

Ela é mãe de Vitor Hugo da Costa, 8 anos e Davi Lucas da Costa, 3 anos, que também ocupavam o veículo. O passageiro Mauro Luiz Pereira da Costa, de 39 anos, pai das crianças, sofreu lesões leves, foi socorrido consciente e encaminhado para hospital em Nova Alvorada do Sul.

Já os filhos do casal desapareceram depois que a caminhonete caiu no Rio Santa Luzia. Momentos depois, o corpo de Davi Lucas foi encontrado quando caminhão guincho içou a caminhonete, placas de Osasco (DP), da água. Equipes de resgate fazem buscas na tentava de encontrar Vitor Hugo.

Na ocasião, a família seguia sentido Nova Alvorada do Sul / Campo Grande, quando Alcione perdeu controle da direção, veículo capotou e caiu no rio. Chovia no momento do acidente.

De acordo com a polícia, a suspeita é de que o acidente ocorreu em decorrência da “velocidade incompatível com a condição chuvosa”.

Matéria editada às 14h54min

Interior

Colisão entre carro e carreta mata uma pessoa na MS-379

O acidente ocorreu no início da tarde de hoje, na região da Usina São Fernando, que permanece bloqueada por tempo indeterminado. O trânsito no local está lento até a remoção dos veículos envolvidos.

24/07/2024 14h00

Motorista do Fiat Estrada envolvido no acidente ainda não foi identificado

Motorista do Fiat Estrada envolvido no acidente ainda não foi identificado Foto: Sidnei Bronka/Ligado Na Notícia

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Colisão entre um Fiat/Strada e uma carreta, deixou uma pessoa morta na MS-379, próximo ao município de Dourados, a 221 quilômetros de Campo Grande. De acordo com a polícia, o trânsito na região ficou bastante lento e as causas do acidente estão sendo invstigadas. 

Conforme informações de testemunhas, a picape Fiat/Strada envolvida no acidente seguia sentido Dourados, enquanto a carreta que pertencia a uma transportadora, seguia sentido Laguna Carapã, quando ocorreu a colisão de frente. 

Equipes da perícia técnica e da Polícia Civil estiveram na região e devem iniciar uma investigação para descobrir as causas do acidente. 

Além da polícia, uma equipe do Corpo de Bombeiros também esteve no local do acidente para ajudar no socorro das vítimas. Não há informações sobre o estado de saúde do motorista da carreta

Por causa do acidente, a região da Usina São Fernando está bloqueada, por tempo indeterminado.  

Aos motoristas que precisam acessar a região, a rota alternativa está sendo realizada por dentro de uma fazenda.

O trânsito na região ainda segue lento para a retirada dos veículos envolvidos na colisão. 

Motorista do Fiat Estrada envolvido no acidente ainda não foi identificado Sidnei Bronka/Ligado Na Notícia

 

*Informações do site Ligado Na Notícia 

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Douradina

Juiz concede prazo de cinco dias para indígenas desocuparem sítio

Magistrado federal determina multa de R$50 mil por descumprimento da ordem.

24/07/2024 13h30

Indigenas e fazendeiros entram em conflito em propriedades rurais de Douradina

Indigenas e fazendeiros entram em conflito em propriedades rurais de Douradina Reprodução/

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Após indígenas, fazendeiros e Ministério Público Federal (MPF), entrarem em acordo depois conflito agrário na última sexta (19), chamar atenção do governo brasileiro e aumentar a tensão entre produtores rurais, o juiz federal Rubens Petrucci Junior, deu prazo de cinco dias para os guaranis-kaiowás deixarem a propriedade ocupada desde 14 deste mês, no município de Douradina, a 191 quilômetros de Campo Grande.  

O conflito que aconteceu na última semana deixou um indigena baleado na perda e os produtores rurais preocupados de que forma poderia proteger suas terras.  

A reportagem do Correio do Estado teve acesso ao documento assinado pelo magistrado federal. Conforme o texto, ele pede atenção ao governador Eduardo Riedel e também uma mobilização efetiva da Polícia Militar para garantir o despejo dos indígenas no sítio  “José Dias Lima”, de 147,7 hectares, localizado na MS-470, rodovia que liga Douradina ao município de Itaporã.

Ainda de acordo com documento, aproximadamente 50 indígenas estão na propriedade, onde montaram barracos e impedem o acesso de pessoas ao local.  

O juiz ainda relata que a propriedade rural citada possui 2 mil hectares e foi identificada como parte da aldeia Panambi/Lagoa Rica, pela Funai em 2011, mas o processo de demarcação segue parada pela justiça. 

O documento ainda cita que em caso de descumprimento da ordem de desocupação, foi determinada uma aplicação de multa de R$50 mil por ato ou ação ilícita de R$ 1 mil por dia de ocupação, após intimação. 


Após reunião com MPF, indígenas ficam, mas nova reunião foi agendada 


Após horas de reunião na sede do Ministério Público Federal (MPF), em Dourados, a 221 quilômetros de Campo Grande, ficou acordado que os indígenas continuarão nas terras até a próxima reunião, agendada para o dia 29 deste mês.

De acordo com o MPF, a proprietária das terras afirmou que não haverá qualquer movimentação ou conflito, tanto por parte dos produtores rurais quanto dos Kaiowá e Guarani, até que uma solução consensual seja alcançada entre as partes.
 

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