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Incêndio na madrugada assusta morador da Nhanhá

Incêndio na madrugada assusta morador da Nhanhá

laís camargo

20/06/2011 - 07h28
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Francisco Antônio Xavier, 63 anos, acordou assustado no final da noite de ontem. O barulho vinha do salão anexo à casa em que mora, no Bairro Jardim Nhanhá. Acionou os bombeiros e auxiliou no combate ao fogo com uma mangueira da residência. Depois, percebeu que os dois veículos estacionados no pátio estavam com o interior revirado, mas nada foi levado.

O forro do salão que pegou fogo foi danificado, além de 20 caixas de bebidas, duas bicicletas, um freezer, quatro jogos de mesas e cadeiras. Francisco relatou em Boletim de Ocorrência que não tem inimigos e não sabe como o incêndio se originou.

Frente Fria

Em 24 horas, temperatura caiu 15,1ºC em Campo Grande e Dourados

Tempo continuará instável e com bastante nebulosidade e chuvas neste fim de semana

24/05/2024 16h45

Marcelo Victor/Correio do Estado

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Uma frente fria que chegou ao Estado no fim da tarde de ontem (23) derrubou a temperatura em 15,1ºC dentro de 24 horas em Campo Grande.

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a Capital morena chegou a registrar máxima de 32,3ºC no início da tarde de quinta-feira, temperatura que caiu para 17,2ºC no mesmo horário desta sexta-feira (24).

A mesma variação de temperatura foi verificada em Dourados, município quase 230 km distante da Capital. Às 13h, os termômetros marcavam 32,9ºC na quinta-feira, e 17,8ºC nesta sexta.

Em Ponta Porã, a variação de temperatura foi ainda maior, de -16,8ºC no mesmo horário, visto que os termômetros foram de 30,4ºC para 13,6ºC em 24 horas.

Corumbá também registrou uma grande queda na temperatura, que foi de 35,4ºC para 18,8ºC, variação de -16,6ºC.

A tendência é de que as temperaturas caiam ainda mais neste fim de semana. Conforme o Centro de Monitoramento do Tempo e Clima (Cemtec) o tempo continuará instável e com bastante nebulosidade, chuvas e, pontualmente, tempestades devido ao avanço da frente fria.

As temperaturas máximas ficarão amenas, com valores entre 16-22°C, principalmente na região centro-sul do estado. Além disso, devido ao avanço do ar frio, pode ocorrer a chamada “mínima invertida”, com temperaturas que diminuem ao longo do dia.

Confira as mínimas registradas em alguns municípios de Mato Grosso do Sul nesta sexta-feira*:

Município Mínima Horário
Campo Grande 17,2ºC 13h e 15h
Dourados 15,7ºC 8h
Ponta Porã 12,1ºC 16h
Corumbá 17,9ºC 11h
Três Lagoas 20,4ºC 10h
*até 16h

Previsão para o fim de semana

Para sábado (25) e domingo (26), a previsão do Cemtec é de muitas nuvens e possibilidade de chuvas. As amplitudes térmicas devem ser pequenas, ou seja, com pouca diferença entre a temperatura máxima e a mínima.

A sensação de frio será reforçada devido ao tempo fechado. Os locais com maior probabilidade de chuvas são as regiões centro-sul, sudoeste e oeste do estado, com acumulados previstos entre 20-30 mm. Estão previstas mínimas entre 9-12°C e máximas entre 13-16°C para as regiões sul, sudeste e sudoeste.

Na região pantaneira esperam-se mínimas entre 13-15°C e máximas entre 16-18°C. Para as regiões norte, leste e bolsão esperam-se mínimas entre 15-17°C e máximas entre 18-24°C. Em Campo Grande, são esperadas mínimas entre 13-15°C e máximas entre 16-19°C. Os ventos atuam do quadrante sul com valores entre 30-50 km/h e, pontualmente, podem ocorrer rajadas de vento acima de 50 km/h.

Para a semana que vem, a tendência meteorológica indica continuidade do frio no estado. O ar frio será impulsionado por outra frente fria que se forma entre os dias 27 e 28 de maio e que irá favorecer um novo pulso de ar frio em direção ao centro-oeste.

Nos dias 28 e 29 de maio de 2024, a região sul/extremo sul do estado pode registrar temperaturas próximas de 4 a 5°C e, pontualmente, temperaturas abaixo dos 4°C, favorecendo, com menor probabilidade, a chance de geada fraca nessas regiões. Na capital espera-se mínimas entre 8 e 10°C nestes dias.

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GRIPE

Campo Grande ultrapassa mais de 14 mil casos de Síndrome Gripal

Cerca de 1400 casos são de Síndrome Respiratória Aguda Grave - doença que já matou 16 pessoas na Capital

24/05/2024 16h30

Postos da Capital cheios

Postos da Capital cheios Marcelo Victor

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Os principais sintomas da síndrome gripal ou SG, incluem tosse, coriza, dor de garganta, dor de cabeça e febre, são estes que servem de parâmetro aos profissionais na hora de avaliar o paciente. Em Campo Grande, de janeiro até agora, foram registrados 14.037 casos de SG.

Na Síndrome Respiratória Aguda Grave, os sintomas são ainda mais severos, incluindo dificuldade e desconforto para respirar (falta de ar), dor persistente no peito, saturação de oxigênio abaixo de 95% (quantidade de oxigênio que circula no sangue) e coloração azulada nos lábios ou no rosto.

A Capital contabilizou 1 459 casos de SRAG até agora e 16 óbitos devido a doença.

s uma vigilância constante de síndrome gripal e SRAG. Duas unidades monitoram essas síndromes", explica a secretária municipal de Saúde, Rosana Leite. São recolhidas amostras dos pacientes para identificar, em laboratório, quais vírus estão em maior circulação na capital. 

"Esses vírus sofrem mutações, resultando em maior virulência e gravidade para a população", acrescenta.

COVID, INFLUENZA, OU VSR?

Os testes para SRAG determinam a infecção responsável, sendo as mais comuns a Covid-19, influenza A e B, e o vírus sincicial respiratório (VSR), que afeta principalmente bebês e crianças pequenas. 

"O vírus sincicial é uma das principais causas de infecções respiratórias em recém-nascidos e crianças pequenas, aumentando o risco de complicações e internações", alerta Veruska Lahdo, superintendente do centro de vigilância em saúde da Sesau.

Dos 1.459 casos de SRAG registrados, 234 foram confirmados como VSR, 181 como influenza A e 172 como Covid-19. A maioria dos casos graves (363) ocorreram em crianças com até um ano de idade. 

"Os vírus respiratórios são mais perigosos para crianças menores de dois anos e idosos, que podem evoluir para quadros graves, exigindo assistência ventilatória e hospitalização", conclui Veruska.

VSR

O vírus sincicial respiratório (VSR) causa principalmente bronquiolite em bebês e crianças pequenas. 

"A bronquiolite é uma infecção dos pequenos canais respiratórios dos pulmões; o vírus também pode causar pneumonia", explica a médica infectologista Ivone Martos, da Sesau. 

Além disso, é recomendado que as mães evitem expor recém-nascidos ao público até os seis meses de idade, quando o sistema imunológico se torna mais resistente.

Ivone destaca que não há vacina para o VSR, mas medidas de higiene são essenciais: 

"Lavar as mãos frequentemente, evitar contato com pessoas doentes e limpar superfícies ajudam a prevenir a infecção."

Embora seja mais comum em crianças, o VSR também afeta pessoas de todas as idades, especialmente idosos e imunossuprimidos.

VACINAÇÃO

Para proteção contra outros vírus, como influenza A (subtipos H1N1 e H3N2) e influenza B, todas as unidades de saúde de Campo Grande estão oferecendo vacinas. A vacinação está disponível para todas as pessoas acima de seis meses de idade.

 

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