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SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA

Incêndios já devastaram 185 mil hectares do Pantanal em julho

Operação para controlar chamas conta com cinco aeronaves e 74 homens no combate direto
28/07/2020 15:36 - Fábio Oruê


Incêndios no Pantanal sul-mato-grossense já devastaram cerca de de 185 mil hectares do bioma só no mês de julho. A alta incidência de focos de calor fez o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) declarar situação de emergência por 180 dias em partes das áreas rurais de Corumbá e Ladário.

Conforme dados divulgados pelo site Diário Corumbaense, da região pantaneira, de janeiro até agora já foram 780 mil hectares consumidos pelo fogo no Pantanal. Em 2020, as queimadas aconteceram de forma atípica, com início nos meses de março ou abril. 

Porém, elas são mais comuns a partir de junho, quando o outono acaba e o inverno seco, típico do Estado, começa. 

A Operação Pantanal II para combater as chamas na região foi desencadeada no último dia 26 e conta atualmente com a participação de cinco aeronaves - quatro helicópteros e um avião Hércules C-130 da Força Aérea Brasileira (FAB). 

Participam da operação o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar Ambiental, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e as Forças Armadas. Atualmente, 74 homens trabalham na linha de frente do combate às chamas.

“Enfrentamos uma situação que deve perdurar por mais alguns meses e devemos estar atentos para mantermos o controle com essa ação conjunta. Esta vistoria realizada hoje nos dá a dimensão do que essa operação representa, pela extensão e dificuldade do terreno, e uma avaliação do que é necessário para manter e ampliar o combate”, pontuou o secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck.

Ele e o secretário estadual de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel acompanharam a operação na manhã desta terça-feira (28), em Corumbá.

 
 

Felpuda


Candidato a prefeito em cidade do interior tremeu que só nas bases diante da decisão que tirou a corda do pescoço de adversário, liberando o dito-cujo para disputar a eleição.

Como acreditava que o pleito seria “um passeio”, estava até pensando no modelito que usaria no dia da posse.

Agora, teme nadar, nadar e morrer na beira da praia, deixando o terno pendurado no cabide.