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VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Indígena agride esposa, resiste a prisão e é baleado por policial militar

Suspeito tentou pegar a arma do coldre do militar antes de ser atingido, em Amambai
29/08/2015 08:44 - Glaucea Vaccari


O indígena Onório Varela, 28 anos, foi baleado na perna por um policial militar depois de resistir a prisão e tentar tomar a arma do soldado na madrugada deste sábado (29), em Amambai, município distante 342 quilômetros de Campo Grande.

De acordo com o boletim de ocorrência, a PM foi acionada pela mulher do suspeito. Ela relatou aos militares que o marido estava em um bar e, quando ela foi chamá-lo para ir para casa, foi agredida com um soco e tapas no rosto.

Depois da agressão, o homem foi até a casa de parentes, pegou uma faca e perseguiu a mulher, que fugiu correndo e acionou a polícia.

A PM foi atrás do homem e deu voz de prisão, porém, ele resistiu a prisão e tentou fugir do local. Para evitar a fuga, o homem foi contido por um policial e tentou retirar a arma do coldre do militar, que para evitar ter a arma usada contra si, efetuou um disparo na perna do suspeito.

Mesmo ferido o suspeito continuou tentando pegar a arma do policial e foi atingido por outro disparo, também na perna. Duas outras pessoas que tentavam ajudar o suspeito foram presas.

O homem foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado até o Hospital Regional do município, com uma perfuração na perna e uma na panturrilha esquerda. O estado de saúde não foi considerado grave e depois de atendimento médico, ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil.

A faca usada pela vítima para tentar agredir a esposa foi apreendida. O caso foi registrado como lesão corporal dolosa (violência doméstica) e resistência.

Felpuda


Depois de se “leiloar” durante meses, e afirmando que estava até escolhendo o município para se candidatar a prefeito, ex-cabeça coroada não só não recebeu acenos amistosos, como também não encontrou portas abertas com tapete vermelho a esperá-lo. 

Assim, deverá pendurar as chuteiras e fazer como cardume em seu pesqueiro: nada, nada...