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Infraero registra atrasos em 19,1% dos voos domésticos

Infraero registra atrasos em 19,1% dos voos domésticos

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Dos 1.566 voos programados para decolar até as 15h desta segunda-feira (27) nos principais aeroportos do país, 299 tiveram atrasos superiores a 30 minutos, o que representa 19,1% do total. Outros 66 voos (4,2%) foram cancelados. Os números fazem parte de balanço divulgado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

No Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, dos 128 voos previstos, 37 (28,9%) registraram atrasos e seis (4,7%) foram cancelados. No Aeroporto de Congonhas, das 137 partidas previstas, 26 (19%) registraram atraso e 13 (9,5%) foram cancelados.

No Rio de Janeiro, no Galeão, das 68 decolagens programadas, 16 registraram atraso (23,5%) e uma foi cancelada. Já no Aeroporto Santos Dumont, de 96 partidas previstas, 17 registraram atrasos (17,7%) e 12 foram canceladas (12,5%).

No Aeroporto Tancredo Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, dos 81 voos previstos, 29 (35,8%) registraram atraso e seis (7,4%) foram cancelados. No Aeroporto da Pampulha, dos 22 voos programados para decolar até 15h, dois registraram atrasos (9,1%). Não houve cancelamentos, segundo a Infraero.

Voos internacionais
Dos 111 voos internacionais previstos até as 15h, 20 (18%) registraram atrasos e quatro (3,6%) foram cancelados.

Nesta segunda-feira, nevascas que atingem a Costa Leste dos Estados Unidos causaram o cancelamento de mais de 2 mil voos no país. Nova York amanheceu com os aeroportos de JKF, La Guardia e Newark Liberty fechados.

No Brasil, a nevasca causou reflexos em partidas e chegadas da TAM, que foram canceladas durante a manhã. Apesar dos transtornos, voos previstos para decolar do Brasil para Nova York, por diversas companhias aéreas, na noite desta segunda permanecem confirmados.

Transtornos
Durante a semana do Natal, os passageiros que tinham viagem de avião marcada enfrentaram alguns transtornos. Aeroviários e aeronautas ameaçaram entrar em greve para reivindicar reajuste salarial.

Na quarta-feira (22), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que 80% dos trabalhadores devem continuar trabalhando até o início de janeiro. Em caso de descumprimento, a multa diária é de R$ 100 mil. Em assembleia na manhã de quinta-feira (23), os funcionários decidiram suspender a paralisação.
 

Campo Grande

Professor que teve entrada negada em escola será transferido para outra unidade pela SED

A Secretaria Estadual de Educação disse que irá investigar a conduta tomada pela direção da unidade escolar

04/03/2024 17h40

O professor disse que estava lotado em Bonito, revogou as aulas para vir lecionar em Campo Grande, convocado pelo CEESPI, no dia 1º de março Reprodução Arquivo

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Após o professor Fábio Oliveira Rodrigues, publicar um vídeo por meio de suas redes sociais, denunciando que não conseguiu assumir a vaga de convocado por ter a entrada proibida pelo diretor, a Secretaria de Educação (SED), informou que está apurando a conduta adotada pela direção da unidade, em Campo Grande.

"A SED informa que vai averiguar a conduta adotada pela direção da unidade escolar, uma vez que o processo seletivo gerou uma classificação dos profissionais para a lotação nas vagas conforme escolha dos aprovados. A pasta destaca, ainda, que o referido profissional foi atendido pela equipe responsável pelo processo e que já fez a opção pela lotação em outra unidade escolar, para o exercício da função na REE", diz a nota.

Entenda

O vídeo foi publicado nesta segunda-feira (4). Nele, o professor mostra a designação de atestado de vaga emitido pelo Centro Estadual de Educação Especial e Inclusiva (CEESPI), mas, quando tentou assumir o posto, foi impedido de adentrar na instituição de ensino.

Além disso, o professor disse que estava lotado em Bonito, revogou as aulas para vir lecionar em Campo Grande, convocado pelo CEESPI, no dia 1º de março. No mesmo dia, ele veio até a Capital e assinou o termo de atestado da vaga, assim como a ficha de designação.

"A designação é dizendo, escola, você é obrigado a alocar o professor no sistema para que ele receba pelo seu trabalho. Esse é a grosso modo. Eu cheguei aqui na segunda-feira, por volta de dez e meia da manhã, fui atendido pelo diretor da escola e pela coordenadora pedagógica. E os dois me atenderam e disseram, não queremos você aqui, não te quero aqui", disse o professor. 

Ainda, durante a conversa, o diretor teria dito que enviou um e-mail informando que não queria o profissional na escola. Diante da negativa, o educador solicitou acesso aos documentos e teve o pedido recusado. "Ele não me emitiu nenhum documento, também não elaborou ata, e eles têm que protocolar", explicou Flávio. 

Diante da recusa, o professor acionou a polícia e foi orientado a registrar um boletim de ocorrência. 

 

 

 

 

 

 

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JUSTIÇA

Moradores movem ações judiciais contra mau cheiro causado pelo frigorífico JBS, em Campo Grande

Petições, 25 numa semana, cobram da empresa até R$ 75 mil de indenização por danos morais e ambientais

04/03/2024 17h20

Queixas contra empresa cresceram desde janeiro passado Gerson Oliveira

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Ao menos 25 ações judiciais foram movidas da semana passada para cá contra o frigorífico JBS, situado na região da Vila Nova Campo Grande. Moradores denunciam o mau cheiro produzido pela empresa e, agora, pedem indenização por danos morais e ambientais, perdas e danos. Nas petições, os moradores aos arredores da empresa cobram até R$ 75 mil pela reparação.

Queixas contra o frigorífico ocorrem há tempos, pelo mesmo motivo, contudo, os casos aumentaram desde o início deste ano.

Numa das ações, defendidas pelo escritório de advocacia Silva & Biava, é dito que:

“… a empresa opera atividade potencialmente poluidora que gera incômodo e aflição nos moradores da região, produzindo fumaça (poluição atmosférica) e exalando odores (cheiros) potencialmente danosos aos moradores da região do Bairro Nova Campo Grande, o que acarreta no recolhimento dos moradores ao interior de suas residências, fechando portas e janelas, não podendo sequer receber visitas e/ou utilizar o bem imóvel para o seu lazer, pois o cheiro e a fumaça lançados na atmosfera são insuportáveis, e pior, causadores de diversos sintomas”.

Outra questão citada nos recursos judiciais sustenta que o mau cheiro, além de incomodar os moradores tem provocado desvalorização dos dos imóveis da região.

Noutro trecho da petição, é citado que: “em atenção ao que determina o artigo 334, § 4º, I, do Código de Processo Civil, manifesta-se desde já sobre o desinteresse na realização de audiência de conciliação, eis que a prática na lide envolvendo a Requerida demonstra que esta não apresenta quaisquer propostas em audiências conciliatórias, restando sempre infrutíferas. Isto porque, antes da devida instrução processual, a Requerida não exterioriza interesse no encerramento da demanda através de acordo, motivo pelo qual requer desde já a dispensa do ato”.

A reportagem pediu um manifesto da JBS, contudo, até o fechamento deste material, a empresa não tinha respondido. Assim que isso acontecer, o texto será atualizado.

 

 

 

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