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SEGURANÇA

Inmetro alerta pais sobre cuidados com presentes para o Dia da Criança

Inmetro alerta pais sobre cuidados com presentes para o Dia da Criança

AGÊNCIA BRASIL

10/10/2015 - 04h00
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O diretor de Avaliação da Conformidade do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), Alfredo Lobo, recomendou nesta sexta-feira (9) que os pais, ao comprarem presentes para o Dia da Criança, tenham alguns cuidados que garantam segurança aos filhos. Entre as orientações estão verificar se o produto tem o Selo de Identificação da Conformidade do Inmetro e adquirir brinquedos adequados à faixa etária da criança.

Outra recomendação é que os pais comprem os presentes no mercado formal. “Jamais comprar brinquedo no mercado informal, porque ele, certamente, tem grande chance de ter algum tipo de irregularidade e ser nocivo à criança”, disse Alfredo Lobo. O diretor do Inmetro sugeriu também que os pais e responsáveis sigam as instruções de uso e se encarreguem de retirar o brinquedo da embalagem. Segundo ele, por mais seguro que o brinquedo seja, é preciso haver uma supervisão dos responsáveis, de maneira a evitar que a criança faça um uso indevido do produto. As medidas visam a evitar acidentes.

Reclamações

De acordo com o Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac), os artigos infantis respondem por 13% das reclamações recebidas no período de 2006 e 2015, das quais 28% se referem a brinquedos. De acordo com Alfredo Lobo, artigos infantis em geral estão entre os grupos de produtos com maior incidência de acidentes, juntamente com artigos do lar, que englobam itens de cozinha e mobiliário.

“Ainda que exista o programa de certificação e que ele seja muito forte, pela natureza do artigo brinquedo e a forma inusitada com que uma criança pode fazer uso dele, o produto oferece risco”, alertou. O diretor lembrou que, muitas vezes, pais com filhos de diferentes idades deixam que brinquedos para crianças maiores fiquem acessíveis aos mais novos. “O risco é muito grande. Apesar de o produto estar certificado e ser considerado um produto seguro, ele tem riscos, na medida em que for feito mau uso dele.”

O banco de dados foi criado pelo Inmetro com base em relatos feitos por consumidores na página do órgão, ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, na internet. O objetivo do Inmetro é identificar a necessidade de aperfeiçoar regulamentos e articular a melhoria de produtos com a indústria e de normas com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Em função do Dia da Criança, o Inmetro intensificou a fiscalização no comércio nacional contra produtos infantis pirateados ou contrabandeados. A operação especial terminou esta semana. Ao todo, foram feitas 3.588 ações de fiscalização em todo o país, envolvendo 740.266 artigos. Foi encontrado índice de irregularidade médio de 1,83%, ou o correspondente a 13.573 produtos. “Isso é feito rotineiramente por meio dos órgãos estaduais de pesos e medidas”, destacou Alfredo Lobo.

O maior índice de irregularidade, de 44%, foi encontrado em Mato Grosso do Sul. Segundo o diretor, pelo fato de o estado ser vizinho do Paraguai e da Bolívia, “ele é mais suscetível à entrada de produtos irregulares, pirateados, contrabandeados”. De acordo com a lei, os comerciantes flagrados vendendo produtos irregulares, como brinquedos sem o selo de conformidade, podem sofrer penalidades que vão desde advertência, multa de R$ 100 a R$ 1,5 milhão e apreensão dos artigos, até interdição do ponto de venda. “Em geral, é uma multa associada a uma apreensão, no caso de ser um produto que ofereça um risco iminente, imediato”, disse o diretor.

A certificação de brinquedos é compulsória no Brasil desde 1992. O selo que contém a marca do Inmetro e do organismo acreditado responsável pelo processo de certificação prova que o produto foi submetido a ensaios e aprovado em testes. Caso os pais encontrem brinquedos sem o selo do Inmetro, podem denunciar a irregularidade à Ouvidoria do órgão, no telefone 0800 285 1818.

Mercado online

Polícia acaba com esquema que desviava mercadorias compradas on-line

O esquema contava com participação de funcionários que desviavam compras feitas online; apenas uma funcionária furtou um total de R$ 10 mil no último mês

15/07/2024 17h20

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Funcionários de uma transportadora de entrega de produtos adquiridos pela internet, foram presos pelo desvio de mercadorias. Somente em junho "a mão leve" levou o equivalente a R$ 10 mil. 

A atividade do grupo foi encerrada na manhã desta segunda-feira (15), quando agentes da 2º Delegacia de Polícia prendeu o grupo de funcionários que agiam tanto em Campo Grande quanto no interior do Estado.

O levantamento das investigações indicou que os funcionários usavam o sistema da transportadora e davam baixa (marcando como se a mercadoria fosse entregue) nos produtos que terminavam desviando. O grupo tinha preferência pelas seguintes mercadorias:

  • Joias
  • Celulares
  • Roupas
  • Perfumaria
  • Itens alimentícios, entre outros.

Além disso, o foco dos criminosos estavam em produtos destinados a outros estados e por alguma inconsistência do sistema terminavam no depósito da empresa na Capital. Como ficavam meses sem destino o grupo acabava ludibriando o sistema e ficando com a encomenda. 

Conforme divulgado pela Policia Civil, uma das funcionárias que participava do esquema confessou que desviou aparelhos celulares e joias revendidas de joalherias de marcas conhecidas que por fim terminaram sendo derretidas.

Apenas essa funcionária desviou um total de R$ 10 mil reais em furtos referentes ao mês de junho. No sistema ela ainda repassava os valores das notas fiscais por metade do preço. 

Os agentes seguem com a investigação para recuperar os objetos furtados. Como não houve flagrante da ação criminosa alguns dos envolvidos seguem soltos para responder ao processo em liberdade.

Com relação a transportadora os suspeitos tiveram o  contrato de trabalho rescindido.

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Estelionato

Mulher alega dívida em jogo do Tigrinho, pede cartão a idoso e saca R$ 100 mil

Ao relatar aos policiais, o idoso disse que a mulher pediu ajuda porque precisava sacar dinheiro do jogo, afirmando que estava sem o aplicativo do banco

15/07/2024 17h00

Imagem ilustração

Imagem ilustração Reprodução/

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Um idoso de 66 anos procurou a polícia nesta segunda-feira (15) após ser vítima de estelionato em Campo Grande. De acordo com a polícia, a vítima estaria devendo quase R$ 100 mil em empréstimos bancários feitos por outra pessoa, que foram utilizados para jogos de cassino online sem sua permissão.

Conforme informações do boletim de ocorrência, o idoso relatou que a vizinha de 27 anos pediu o cartão emprestado, alegando estar com problemas no aplicativo bancário e precisando sacar dinheiro que havia ganhado no jogo do Tigrinho, conhecido popularmente como jogo de cassino online. 

Como a jovem morava no local há três anos, o idoso disse à polícia que confiou nela e resolveu emprestar seu cartão bancário. Em depoimento, o idoso afirmou que descobriu o estelionato depois que sua filha verificou o extrato bancário e encontrou um saque de R$ 7 mil.

Em depoimento à polícia, a filha do idoso disse que foi até a residência da mulher para tirar satisfações sobre o saque, mas foi surpreendida ao descobrir que a suspeita não estava mais morando no local.

Preocupados com o alto valor sacado, o idoso e sua filha foram até a Polícia Civil registrar a ocorrência por estelionato contra idoso. De acordo com a polícia, há câmeras de segurança em locais onde a mulher teria sacado o dinheiro, o que pode ajudar na identificação da suspeita.

 

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