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JUSTIÇA

Justiça adia júri de preso que envenenou agentes penitenciários na Capital

Advogados da defesa participam de congresso acadêmico
25/10/2018 09:30 - RENAN NUCCI


 

A pedido, o juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, adiou o julgamento do caso de envenenamento de agentes penitenciários, agendado para esta quinta-feira. A defesa do réu Reginaldo Soares da Silva, constituída pelo Núcleo da Práticas Jurídicas da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), solicitou transferência da sessão porque os advogados e professores envolvidos no caso participam do congresso internacional realizado pela instituição de ensino, denominado Saberes em Ação.  A nova data ainda não foi divulgada.

Consta na denúncia que o detento Reginaldo tentou matar seis agentes penitenciários colocando veneno no café deles no dia 20 de abril de 2016. A motivação do crime seria uma represália dos presos aos servidores penitenciários devido a uma revista geral realizada no Pavilhão 2 e no setor de trabalho do presídio.  Conforme a denúncia, o acusado cumpria pena no estabelecimento e, durante o dia, realizava serviços de entrega de marmitas aos detentos. Na data dos fatos, retirou os pães da cozinha superior e procedeu à distribuição. 

Em seguida, o acusado dirigiu-se até à passarela 2, com uma sacola de pão em mãos, colocando-a sobre a mesa em que estava a garrafa de café deixada por outro detento, que era responsável pelo preparo do café dos agente penitenciários.  Consta ainda a denúncia que o acusado teria permanecido por algum tempo ao lado da mesa onde estava o café, o que causou estranheza aos agentes penitenciários, visto que tal atitude não era habitual. 

Além disso, o réu teria voltado à mesa por mais duas vezes. Segundo consta, as vítimas foram até ao local e ingeriram o café e, 10 minutos depois, sentiram mal-estar, sendo encaminhados à enfermaria e, posteriormente, ao hospital.
 

Felpuda


A lista do Tribunal  de Contas de MS,  com nomes de gestores que tiveram reprovados os balanços financeiros  de quando exerceram cargos públicos,  está deixando  muitos candidatos de cabeça quente.  Conforme previsto  pelo Diálogo, adversários estão se utilizando de tais dados para cobrar, principalmente nas redes sociais, deixando alguns gestores na maior saia justa e tendo que se explicar. O eleitor, por enquanto, só observa. E dê-lhe!