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BRASIL

Justiça do RJ nega prisão domiciliar para Fabrício Queiroz

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro foi preso na quinta-feira em Atibaia, SP
20/06/2020 09:17 - Da Redação


O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou na madrugada deste sábado (20) o pedido de mudança da prisão preventiva de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), por prisão domiciliar. Segundo a CNN Brasil, por estar em segredo de justiça, a íntegra da decisão que impediu a concessão de liminar pedida por parte da defesa não está disponível.  

A defesa de Queiroz havia entrado com um pedido de habeas corpus na sexta-feira (19). Em nota, a assessoria de imprensa do tribunal informou que o mérito do habeas corpus será julgado pela 3ª Câmara Criminal, após o cumprimento de diligências e a manifestação das outras partes envolvidas no processo.  

CASO

Fabrício Queiroz foi preso na última quinta-feira (18) em Atibaia, no interior de São Paulo, em um imóvel de Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro. O ex-policial militar foi transferido para o Rio de Janeiro, onde tramita o caso, está detido no complexo penitenciário de Gericinó, na capital fluminense.  

A prisão faz parte do desdobramento do inquérito que investiga um suposto esquema de "rachadinha" — em que servidores do gabinete devolvem parte do salário — na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).  

Queiroz foi assessor e motorista de Flávio Bolsonaro até outubro de 2018, um mês antes da deflagração da operação Furna da Onça, que apura corrupção, lavagem de dinheiro e loteamento de cargos públicos na Assembleia do Rio.

 
 

Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.