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CORONAVÍRUS

Leitos ociosos no interior serão remanejados para a Capital

Secretário disse que alguns municípios receberam os equipamentos, mas não os colocaram para funcionar
05/07/2020 12:35 - Daiany Albuquerque


 

Leitos que foram entregues para municípios do interior de Mato Grosso do Sul, mas que ainda não foram colocados à disposição da população, poderão ser trazidos para Campo Grande, para evitar que faltem vagas em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) na cidade, que vive uma crescente no número de casos nos últimos dias.

De acordo com o titular da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Geraldo Resende, a pasta está trabalhando em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) para que não aconteça um colapso no sistema de saúde da cidade.

“Quero também manifestar minha angústia com o crescimento muito grande que a gente está registrando na nossa Capital. Estamos trabalhando, já fizemos reuniões com o secretário municipal de Saúde, com unidades hospitalares, queremos adicionar leitos novos, principalmente leitos de UTIs em locais onde já exitam esses leitos e abrir possibilidade concreta de abrir em outros hospitais novos leitos”, afirmou Resende.

Ainda segundo o secretário, além desses leitos trazidos de outras cidades, esta semana deverão ser implementados mais 20 leitos de UTI no Hospital do Câncer da Capital. “E trabalhamos para verificar a possibilidade de fazer remanejamento de leitos que foram colocados em algumas cidades do interior do Estado e infelizmente não conseguimos, através das prefeituras, que esses leitos fossem disponibilizados a nossa gente. Nós haveremos de fazer remanejamento porque não podemos ter esse paradoxo, falta de leitos na Capital quando tem leitos sem utilização em algumas cidades”, completou.

Conforme a última atualização da Sesau, Campo Grande contava com 474 leitos de UTI, tanto em unidades do SUS, quanto em hospitais filantrópicos e particulares que tiveram contrato firmado com a prefeitura.

Campo Grande conta com 3.087 casos confirmados da Covid-19 e 21 mortes por conta da doença. Conforme dados da SES, a macrorregião da Capital já tem 71% de ocupação dos leitos SUS de UTI.

 

Felpuda


Nos bastidores, há quem garanta que a única salvação, de quem está com a corda no pescoço, é ele aceitar ser candidato a vice-prefeito em chapa de novato no partido. Vale dizer que isso nunca teria passado por sua cabeça, uma vez que foi eleito com, digamos, “caminhão de votos”. Se aceitar a imposição, pisaria na tábua de salvação; se recusar, poderá perder o mandato. Ah, o poder!