Cidades

Coffee Break

Ligados a Olarte, dois prestam depoimento no Gaeco hoje

Primeiro a chegar para depoimento é Luiz Pedro Guimarães

ALINY MARY DIAS

09/09/2015 - 10h20
Continue lendo...

Nos desdobramentos da Operação Coffee Break, mais duas pessoas prestam depoimento ao Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) nesta quarta-feira (9). Luiz Pedro Guimarães, um dos responsáveis por processo que iniciou a derrubada de Alcides Bernal (PP) da prefeitura, em março do ano passado, já está na sede do órgão.

Por volta das 10h30, também está marcado o depoimento de Daniel Elias Daige, que até o ano passado atuava na Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semadur). Conforme as investigações, Luiz Pedro e Daniel teriam ligação com o ex-prefeito Gilmar Olarte (PP), que na época da cassação era vice-prefeito.

APURAÇÃO

Além dos depoimentos, o Gaeco também trabalha na perícia dos 17 aparelhos de celular apreendidos durante a Coffee Break. Há aparelhos de veradores e de empresários.

O Universal Forensics Extraction Device (UFED) que tem como tradução livre “Dispositivo Forence de Extração Universal”, consegue recuperação de ligações, contatos e mensagens que até mesmo foram apagados pelo equipamento. Com esses dados, os dois peritos de celulares do instituto vão analisar as informações encontradas nos aparelhos e emitir um laudo com as provas, se houverem, dos crimes de corrupção ativa, passiva e tráfico de influência identificados em análise preliminar pelos investigadores do Ministério Público Estadual (MPE).

De acordo com o Código do Processo Penal, cada aparelho pode ser analisado no prazo de dez dias, podendo ser prorrogado a pedido do perito. Para o diretor do Instituto de Criminalística, Eduardo Carvalho, não é possível definir uma data para que o trabalho seja concluído.

*Colaborou Bruno Henrique

Mercado online

Polícia acaba com esquema que desviava mercadorias compradas on-line

O esquema contava com participação de funcionários que desviavam compras feitas online; apenas uma funcionária furtou um total de R$ 10 mil no último mês

15/07/2024 17h20

Continue Lendo...

Funcionários de uma transportadora de entrega de produtos adquiridos pela internet, foram presos pelo desvio de mercadorias. Somente em junho "a mão leve" levou o equivalente a R$ 10 mil. 

A atividade do grupo foi encerrada na manhã desta segunda-feira (15), quando agentes da 2º Delegacia de Polícia prendeu o grupo de funcionários que agiam tanto em Campo Grande quanto no interior do Estado.

O levantamento das investigações indicou que os funcionários usavam o sistema da transportadora e davam baixa (marcando como se a mercadoria fosse entregue) nos produtos que terminavam desviando. O grupo tinha preferência pelas seguintes mercadorias:

  • Joias
  • Celulares
  • Roupas
  • Perfumaria
  • Itens alimentícios, entre outros.

Além disso, o foco dos criminosos estavam em produtos destinados a outros estados e por alguma inconsistência do sistema terminavam no depósito da empresa na Capital. Como ficavam meses sem destino o grupo acabava ludibriando o sistema e ficando com a encomenda. 

Conforme divulgado pela Policia Civil, uma das funcionárias que participava do esquema confessou que desviou aparelhos celulares e joias revendidas de joalherias de marcas conhecidas que por fim terminaram sendo derretidas.

Apenas essa funcionária desviou um total de R$ 10 mil reais em furtos referentes ao mês de junho. No sistema ela ainda repassava os valores das notas fiscais por metade do preço. 

Os agentes seguem com a investigação para recuperar os objetos furtados. Como não houve flagrante da ação criminosa alguns dos envolvidos seguem soltos para responder ao processo em liberdade.

Com relação a transportadora os suspeitos tiveram o  contrato de trabalho rescindido.

Assine o Correio do Estado

 

Estelionato

Mulher alega dívida em jogo do Tigrinho, pede cartão a idoso e saca R$ 100 mil

Ao relatar aos policiais, o idoso disse que a mulher pediu ajuda porque precisava sacar dinheiro do jogo, afirmando que estava sem o aplicativo do banco

15/07/2024 17h00

Imagem ilustração

Imagem ilustração Reprodução/

Continue Lendo...

Um idoso de 66 anos procurou a polícia nesta segunda-feira (15) após ser vítima de estelionato em Campo Grande. De acordo com a polícia, a vítima estaria devendo quase R$ 100 mil em empréstimos bancários feitos por outra pessoa, que foram utilizados para jogos de cassino online sem sua permissão.

Conforme informações do boletim de ocorrência, o idoso relatou que a vizinha de 27 anos pediu o cartão emprestado, alegando estar com problemas no aplicativo bancário e precisando sacar dinheiro que havia ganhado no jogo do Tigrinho, conhecido popularmente como jogo de cassino online. 

Como a jovem morava no local há três anos, o idoso disse à polícia que confiou nela e resolveu emprestar seu cartão bancário. Em depoimento, o idoso afirmou que descobriu o estelionato depois que sua filha verificou o extrato bancário e encontrou um saque de R$ 7 mil.

Em depoimento à polícia, a filha do idoso disse que foi até a residência da mulher para tirar satisfações sobre o saque, mas foi surpreendida ao descobrir que a suspeita não estava mais morando no local.

Preocupados com o alto valor sacado, o idoso e sua filha foram até a Polícia Civil registrar a ocorrência por estelionato contra idoso. De acordo com a polícia, há câmeras de segurança em locais onde a mulher teria sacado o dinheiro, o que pode ajudar na identificação da suspeita.

 

Assine o Correio do Estado 

 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).