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Mãe de Joaquim deixa prisão depois de obter habeas corpus

Mãe de Joaquim deixa prisão depois de obter habeas corpus
11/01/2014 13:15 - FOLHAPRESS


 Natália Mingoni Ponte, 29, mãe do menino Joaquim Ponte Marques, 3, deixou na noite de ontem a penitenciária de Tremembé (147 km de São Paulo), por determinação de habeas corpus concedido pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo). A saída dela foi confirmada por funcionários da unidade. Esta foi a segunda vez em que Natália obteve um habeas corpus do TJ-SP. No mês passado, o desembargador Péricles Piza concedeu a medida enquanto ela estava presa temporariamente na cadeia pública feminina de Franca (400 km de São Paulo).
A mãe de Joaquim, porém, teve a prisão preventiva decretada no último sábado depois de ter sido denunciada pelo Ministério Público. Na terça-feira, ela foi transferida para Tremembé.
No final da tarde desta sexta-feira, Piza decidiu novamente pela soltura de Natália por entender que não há motivos legais para mantê-la presa.

A expectativa do advogado de Natália, Nathan Castelo Branco, era de que ela deixasse o presídio apenas na segunda-feira. Natália foi denunciada à Justiça pelo Ministério Público por suspeita de omissão que levou à morte de seu filho. Joaquim foi encontrado morto no rio Pardo em Barretos (423 km de São Paulo) em novembro do ano passado. A família morava em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), onde o corpo da criança, segundo a polícia, foi jogado no córrego Tanquinho. A Promotoria denunciou o padrasto do garoto, Guilherme Raymo Longo, 28, pela suspeita de ser o autor do crime. Longo continua preso em Tremembé. De acordo com a denúncia, Longo matou o enteado com alta dosagem de insulina e depois jogou o corpo da criança no córrego Tanquinho.

Para o promotor Marcus Tulio Alves Nicolino, embora Natália não tenha participado do crime, foi omissa por saber dos riscos que havia enquanto morava com Longo. Em depoimentos à polícia, Natália afirmou ter sido agredida pelo marido e que ele colocava Joaquim de castigo, além de mencionar que acreditava que ele matou seu filho. O casal alega inocência.
 

Felpuda


Na troca de alfinetadas entre partidos que não se entenderam até agora sobre eventual aliança, uma outra peça está surgindo: trata-se do levantamento completo sobre investimentos feitos, recursos liberados, parcerias em todas as áreas, além do prazo de quando tudo isso começou. Caso os palanques venham a ficar distanciados, a divulgação será feita à exaustão durante a campanha eleitoral, para mostrar quem é quem na história. Os bombeiros continuam atuando.