Cidades

NAVIRAÍ

Mãe e filho são baleados e ainda têm a casa queimada

Mãe e filho são baleados e ainda têm a casa queimada

Gabriel Maymone

08/06/2011 - 08h21
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Lauro Felix Pereira, de 32 anos, atirou contra João José Canuto, de 24 anos e sua mãe, Gregória Iara Canuto, que estavam em frente da própria residência, na Rua Itauba, no Bairro Ipê em Naviraí (MS) e o homem ainda ateou fogo na casa das vítimas. O fato aconteceu por volta das 19h10min desta terça-feira (7).

João José Canuto é atual marido da ex-mulher de Lauro. ele teria chegado de moto em frente a sua residência e começou a atirar contra João, que foi atingido com um tiro nas costas. A mãe de João também foi baleada na barriga. Após os disparos, Lauro fugiu tomando rumo ignorado.

A policia militar esteve no local e encaminhou as vitimas até a Santa Casa de Naviraí. Segundo o médico de plantão a bala que atingiu José nas costa ficou alojada na região das nádegas, já bala que tingiu sua mãe transfixou saindo nas costas. Ambos ficaram internados em observação médica e não correm risco de morte.

Para os policiais militares, Lucimar informou que Lauro estava em uma moto vermelha, não sabendo informar o modelo nem a placa da mesma, e que ele estava trajando roupas escuras na hora que efetuou os disparos.

A PM realizou buscas no intuito de localizar Lauro, porem o mesmo não foi encontrado.
Alguns minutos depois o corpo de bombeiros foram acionados para comparecer no mesmo endereço onde teria ocorrido a tentativa de homicídio, onde segundo informações um homem teria entrado no quintal e ateado fogo na residência.
Os bombeiros agiram rapidamente e conseguiram controlar o fogo antes que ele se espalhasse para as residências vizinhas. Apesar do trabalho rápido dos bombeiros boa parte da casa ficou danificada pelo incêndio.

Segundo testemunhas o autor do incêndio também seria Lauro que se aproveitou que todos estavam sendo atendidos na Santa Casa para atear fogo à residência. A polícia Investiga o caso.

Com informações do Fátima Informa
 

MATO GROSSO DO SUL

TJMS reajusta em até 31% o valor das diárias pagas a servidores

Atualização acontece menos de um ano após reajuste de 15,24% do total pago a cargos em comissão e funções de confiança

09/06/2026 09h59

Diárias dos servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul foram reajustadas pela última vez em 03 de julho de 2025

Diárias dos servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul foram reajustadas pela última vez em 03 de julho de 2025 Marcelo Victor/Correio do Estado

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Através da edição desta terça-feira (09) do Diário da Justiça Eletrônico, o Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul tornou pública a atualização dos valores pagos em diárias aos seus servidores, resultando em um aumento entre 20% e 30% na ordem desses pagamentos conforme os diferentes símbolos e funções. 

Para publicação ligada à concessão de diárias dos servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul, diversos pontos são alegados, entres eles uma "necessidade" de atualizar os valores com o intuito sustentar as despesas com deslocamento e alimentação, durante a viagem desses funcionários para atender a Administração. 

Em outras palavras, desde o primeiro dia deste mês de junho, o valor da diária a ser pago ao servidor do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul ficou fixados nos seguintes valores: 

  • R$ 605,48 | símbolos: PJAM-1, PJSI-1, PJFC-1, PJFC-3, PJFC-5, PJFC-6, PJFC-7, PJFC-8,
    PJFC-9, PJAS-6, PJAS-8, PJAS-9, PJCI-5, JEJP-1 JEJP-2, PJNS-1, PJJU1, PJSA-2, PJSA-1, PJAJ-1, PJAJ-8, PJAT-2, PJSG-3 e PJSG-2 e
  • R$ 865,57 | símbolos: PJDS-1 e PJAS-1

Aqui cabe esclarecer que os "símbolos" pagos com o maior valor correspondem aos cargos de "direção" (PJDS-1), como diretor-geral; de Secretaria ou Jurídico, e de "assessoramento superior" (PJAS-1), onde aparecem, por exemplo, os populares chefes de gabinete e assessores de desembargadores e jurídico-administrativo.

Das demais nomenclaturas, que dizem respeito a cargos em comissão e funções de confiança, cabe destacar: 

  1. PJAM-1: Assessor Militar.
  2. PJSI-1: Assessor de Inteligência
  3. PJAS-6: Assessor Jurídico de Juiz.
  4. PJFC-1: Diretor de Departamento.
  5. PJFC-3: Assessor Técnico Especializado.
  6. PJFC-5: Assistente Executivo.
  7. PJFC-6: Assessor Técnico de Diretoria / Coordenador.
  8. PJFC-7: Secretário-Executivo / Pregoeiro.
  9. PJFC-8: Ajudante de Ordem.
  10. PJFC-9: Adjunto da Assessoria Militar.

Já o restante não listado diz respeito a funções comissionadas de áreas técnicas específicas; vinculadas aos Juizados Especiais; analistas jurídicos; assistentes judiciários e assessoramento direto. 

Aumento nas diárias

Há menos de um ano, em 03 de julho de 2025, os valores das diárias dos servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul foram reajustados, passando a vigorar em R$720,12 para os símbolos PJDS-1 e PJAS-1, e em R$460,03 para as categorias mais baixas. 

Conforme evidenciado pelo Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul (Sindijus-MS), essa atualização feita em julho do ano passado representou um aumento de 15,24% nos valores pagos pelas diárias aos servidores. 

Agora, na ponta do lápis, os valores pagos em diárias aos servidores em cargos de direção, chefes de gabinete e assessores de desembargadores ficam reajustados em exatos 20%, enquanto que a atualização para os cargos mais baixos corresponde a um aumento de 31%. 

Diárias dos servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul foram reajustadas pela última vez em 03 de julho de 2025Reprodução/Diário da Justiça Eletrônico

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EDUCAÇÃO

ACP exige reajuste de 5% e promete fechar 207 escolas por um dia

Professores da Rede Municipal devem se concentrar na sede da ACP e seguir em ato até a Prefeitura de Campo Grande na manhã de sexta-feira

09/06/2026 09h30

Professores da Rede Municipal vão se concentrar na sede da ACP e seguir em ato até a Prefeitura de Campo Grande na manhã de sexta-feira

Professores da Rede Municipal vão se concentrar na sede da ACP e seguir em ato até a Prefeitura de Campo Grande na manhã de sexta-feira Gerson Oliveira

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Os professores da Rede Municipal de Ensino (Reme) de Campo Grande poderão paralisar as atividades em todas as escolas da Capital na próxima sexta-feira (12). A mobilização foi definida em assembleia da categoria realizada nesta semana e tem como principal reivindicação a reposição de 5,4% referente ao reajuste anual do piso nacional do magistério.

Segundo o presidente da Associação Campo-Grandense de Professores (ACP), professor Gilvano Bronzoni, a paralisação deve atingir as 207 unidades da rede municipal durante todo o dia.

“A Prefeitura Municipal deveria repor o índice do piso nacional do magistério agora em maio, de 5,4%. Isso não aconteceu. A Prefeitura enviou uma resposta à ACP com suas justificativas, mas a categoria avaliou a situação em assembleia e deliberou pela paralisação”, afirmou.

De acordo com Bronzoni, a mobilização tem o objetivo de pressionar o Executivo municipal a apresentar uma solução para a demanda e evitar novos prejuízos ao calendário escolar.

Os professores irão se concentrar às 7h30 na sede da ACP. Em seguida, por volta das 8h30, os manifestantes devem seguir até a Prefeitura de Campo Grande para cobrar uma resposta da administração municipal.

“O movimento é um sinal importante de alerta à Prefeitura. Vamos buscar uma solução para que não haja mais interrupções das aulas nos próximos dias”, disse o presidente da entidade.

Apesar da paralisação dos professores, os servidores administrativos das escolas não aderiram ao movimento e deverão manter o atendimento nas unidades. Segundo a ACP, as escolas permanecerão abertas, mas sem aulas.

Questionado sobre a possibilidade de novas paralisações, Bronzoni afirmou que a categoria pretende buscar um acordo nos próximos dias. No entanto, caso não haja avanço nas negociações, novas mobilizações não estão descartadas.

“A chance é muito grande de haver novas paralisações se não houver acordo”, declarou.

A última paralisação geral da rede municipal por questões salariais ocorreu em dezembro de 2022. Na ocasião, a categoria reivindicava reajuste de 10,39%, índice que posteriormente foi negociado com a administração municipal e pago de forma parcelada ao longo do ano.

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