Cidades
COMBATE À COVID-19

Máscara cirúrgica, KN95, PFF2 e de tecido: qual protege mais contra Covid e H3N2?

Máscaras PFF2 e KN95 possuem 98% de eficácia, de acordo com Instituto de Física da USP

Naiara Camargo

14/01/2022 12:00

O uso da máscara é imprescindível em meio a explosão no número de casos de Covid-19 e notificações por H3N2. A forma de prevenção contra as duas doenças é a mesma.

Mato Grosso do Sul enfrenta uma epidemia de H3N2 e pandemia de Covid-19 simultaneamente, conforme noticiado pelo Correio do Estado.

De acordo com o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, é provável que a variante Ômicron seja predominante em Mato Grosso do Sul em razão do aumento exponencial de casos de Covid-19.

Com isso, é imprescindível que sul-mato-grossenses usem corretamente a máscara facial.

O enfermeiro Everton Ferreira afirma ao Correio do Estado que uso correto da máscara facial é importante para evitar o contágio e proliferação da doenças doenças.

O uso da máscara é obrigatório em locais fechados há cerca de um ano e sete meses em Mato Grosso do Sul, desde 22 de junho de 2020.

Os tipos de máscara geralmente usados são PFF2, KN95, cirúrgica, algodão e TNT. 

PFF2

A máscara PFF2 é a mais indicada por especialistas da área da saúde. Ela tem elemento filtrante que protege o indivíduo não só de gotículas, mas também de aerossóis.

Além disso, protege de doenças como tuberculose e Covid-19. Para locais fechados é a mais eficiente. Há retenção de cerca de 98% de partículas que encostam na máscara.

Não é permitido higienizá-la ou molhá-la, pois o ato prejudica a eficácia da máscara. 

O tempo máximo de reuso de máscaras PFF2 recomendável é de 5 dias.