Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

ADOÇÃO

Mato Grosso do Sul tem 817 crianças e adolescentes em casas de acolhimento

CNJ lançou nesta semana o novo painel de acompanhamento das informações
04/04/2020 12:34 - Agência Brasil, Glaucea Vaccari


Mato Grosso do Sul tem 817 crianças e adolescentes em casas de acolhimento e instituições públicas, disponíveis ou em processo de adoação. Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou nesta semana o novo painel de acompanhamento das informações do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), cadastro criado no ano passado para divulgar dados sobre adoção de crianças no país.

Conforme as informações do painel, do total de acolhidos no Estado, 130 tem de 0 a 3 anos; 114 têm de 3 a 6 anos; 180 de 6 a 9; 117 de 9 a 12; 167 de 12 a 15 e 180 têm mais de 15 anos. Com relação ao genêro, são 426 do sexo feminino, o que representa 52,1%, e 391 do sexo masculino, percentual de 47,9%

Ainda conforme a plataforma, 589 não tem irmão, enquanto 228 têm de um até três irmãos abrigados juntos. 

Em todo o Brasil, são 34,6 mil crianças e adolescentes em casas de acolhimento. Do total, 4,9 mil estão disponíveis para adoção, e 2,4 mil em processo de adoção.Segundo os dados, 36,7 mil pretendentes estão na fila de espera pela adotar.

A região do país com mais crianças e adolescentes acolhidas é o Sudeste, com 16,7 mil. Em seguida aparecem as regiões Sul (7,9 mil), Nordeste (5 mil), Centro-Oeste (2,7 mil) e Norte (2,1 mil).

Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento

O Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA) foi criado a partir da junção do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e do Cadastro Nacional de Crianças Acolhidas (CNCA). Segundo o CNJ, pelo sistema, as varas da Infância e Juventude de todo o país conseguem acompanhar o processo de adoção por completo desde a entrada nas casas de acolhimento até reintegração familiar.

 

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!