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CORONAVÍROS

Média móvel de casos confirmados da Covid-19 é de 1.035 em Mato Grosso do Sul

Nas últimas 24 horas foram registrados novos 1.581 casos e 30 óbitos no Estado
30/12/2020 13:20 - Beatriz Magalhães


Na última live do ano, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou o boletim epidemiológico da Covid-19 desta quarta-feira (30). Segundo os dados apresentados pela SES, Mato Grosso do Sul registrou 30 óbitos pela doença e 1.581 novos casos confirmados nas últimas 24 horas. A média móvel no Estado é de 1.035.

A soma de casos confirmados da doença já chegou a 130.850. Durante a live, o secretário estadual de saúde, Geraldo Rezende, lamentou o número expressivo de mortes no Estado. Segundo o secretário, dos 2.270 óbitos, 1.047 foram na Capital, “Isso é fruto da desobediência dessa nossa gente, que resulta nesses números que estamos apresentando”, lamenta Geraldo.

Dezembro foi o mês mais letal em Mato Grosso do Sul durante todo o enfrentamento da pandemia, com 505 mortes.  O  último mês do ano superou agosto, quando foram registradas 488 mortes pela doença. “E ainda faltam computar os óbitos que serão divulgados amanhã, no último dia do mês”, acrescente Rezende.

Nesta quarta-feira, 663 pessoas estão hospitalizadas, sendo 350 em leitos clínicos (225 públicos e 125 privados) e 318 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sendo 219 em leitos públicos e outros 94 em privados. 

“Temos feito tudo possível, mas a taxa de ocupação de leitos em Mato Grosso do Sul continua alta, principalmente em Campo Grande, Dourados e Ponta Porã, onde já chegam a quase 100% nos principais hospitais”, afirma o secretário. 

NOVOS LEITOS

Geraldo Rezende informou durante a live da Secretaria Sstadual de Saúde, que novos leitos serão ativados a partir do dia 04 de janeiro no Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian. 10 leitos serão disponibilizados para pacientes Covid-19, mas, a falta de profissionais gera uma preocupação em relação à abertura de novos leitos para o tratamento da doença.

"Agora, nós temos uma barreira intransponível, que é a falta de espaço nos hospitais, falta sobretudo, os profissionais da saúde. Médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, técnicos de enfermagem e todos os outros profissionais na área de apoio a pacientes críticos. Sem esses profissionais já não temos mais como avançar na construção de novos leitos”, finaliza Rezende