Cidades

ABUSO SEXUAL

Médico afastado pelo CRM já não atende pacientes há mais de um ano no HG e CG

Médico afastado pelo CRM já não atende pacientes há mais de um ano no HG e CG

vivianne nunes e evelin araujo

15/12/2010 - 16h16
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O médico urologista e major do Exército Marcus Vinicius Carreira Bentes teve seu registro médico cassado pelo Conselho Regional de Medicina (CRM) neste último sábado por abusar sexualmente de uma paciente no Hospital Geral de Campo Grande (HG e CG), o hospital que atende pacientes militares do Exército na Capital..

Segundo informações de um dos funcionários do hospital, o médico já está afastado de atendimentos clínicos há mais de um ano, pelo próprio hospital, e realiza apenas serviços burocráticos.

“O caso já foi julgado pelo CRM e o médico tem 30 dias para recorrer da decisão”, afirma o assessor jurídico do Conselho de Medicina. Ele informa que o major ainda não procurou o Conselho para se manifestar sobre o assunto nem entrou com o recurso para recorrer da decisão.

O major não foi encontrado para falar sobre o assunto e o Conselho Regional de Medicina não pode dar detalhes sobre o caso.
 

DENGUE

Vacinas a vencer devem ir a outras cidades ou dadas para público de 4 a 59 anos

Campo Grande registrou sua primeira morte por dengue ainda no dia 15 de junho, sendo que até o dia 06 deste mês quatro óbitos pela doença já tinham sido confirmados em MS

23/06/2024 09h29

De acordo com da pasta, essa trata-se de uma

De acordo com da pasta, essa trata-se de uma "estratégia temporária" Marcelo Victor/Correio do Estado

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Nota técnica divulgada pelo Ministério da Saúde informa que doses da vacina da dengue, com o prazo próximo ao vencimento entre junho e julho, devem ser remanejadas para cidades ou usadas para ampliar a faixa etária atendida.

De acordo com da pasta, essa trata-se de uma "estratégia temporária", fornecendo as seguintes orientações aos Executivos: 

Estados que tenham municípios que ainda não foram contemplados com vacina devem, preferencialmente, remanejar doses próximas ao vencimento para esses territórios. 

Já nos Estados em que todas as cidades tenham sido contempladas, essas doses podem ser aplicadas em todas as pessoas de 6 a 16 anos. 

Importante esclarecer, conforme Organização Mundial da Saúde (OMS), que essa é faixa etária recomendada para a vacina Qdenga, da Takeda, aplicada no território nacional. 

Em caso de necessidade de ampliação da faixa etária vacinada, a idade recomendada é dos 4 aos 59 anos, conforme a bula da vacina no Brasil.

Apontamentos

Conforme o Ministério, a estratégia definida por cada ente federativo necessariamente precisa ser informada, para a garantia da segunda dose dessas pessoas.

Também, a pasta diz que comprou todas as doses oferecidas pela farmacêutica japonesa, entretanto, como há limitação, foi definido que, neste ano, seriam vacinadas apenas crianças de 10 a 14 anos em 521 municípios.

O Ministério da Saúde afirma, dentro da faixa orientada pela OMS, que esse grupo concentra o maior número de hospitalizações

Vale lembrar que essa não é a primeira vez em 2024 que a pasta faz recomendação do tipo, já que as doses que venciam em abril também passaram por remanejamento. 

O Brasil enfrenta a pior epidemia de dengue da história, sendo mais de 6 milhões de casos prováveis registrados e mais de 4 mil mortes, conforme dados do painel de dados da pasta da Saúde.

Campo Grande registrou sua primeira morte pela doença ainda no dia 15 de junho, sendo que até o dia 06 deste mês quatro óbitos pela doença já tinham sido confirmados em Mato Grosso do Sul

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CAMPO GRANDE

'Biqueira' na Capital tinha até colete à prova de balas

Em "quartel" usado para organizar crimes, GARRAS apreendeu colete balístico e dois carregadores de pistola.40, bem como munições deste mesmo calibre

23/06/2024 08h54

Policiais indicam que os autores estavam na residência e conseguiram fugir ao perceberem a presença policial

Policiais indicam que os autores estavam na residência e conseguiram fugir ao perceberem a presença policial Reprodução/PCMS

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Policiais do Garras encontraram neste domingo um ponto que seria usado por quadrilha, em Campo Grande, para organizar a prática de crimes, local que seria usado inclusive para o tráfico de drogas e onde os agentes apreenderam até mesmo dois coletes à prova de balas.

Conforme a Polícia Civil, o trabalho foi realizado por agentes da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros (Garras), indicando "José Maksoud", nome de uma avenida localizada nos fundos do bairro Monte Castelo, como o ponto onde supostamente seria o "quartel" da quadrilha. 

Ainda que os criminosos, segundo a polícia, tenham conseguido fugir, as apreensões foram feitas no local, onde os agentes encontraram desde itens que configuram tráfico de drogas. 

Entre as apreensões foram localizados: 

  • Cerca de  100g de maconha
  • 150g de cocaína 
  • Placa de moto com identificação paraguaia
  • Balança de precisão
  • Papel filme para embalagem

Além desses itens, inclusive, a polícia apreendeu um colete balístico e dois carregadores de pistola.40, bem como munições deste mesmo calibre.

Informações levantadas pela polícia civil mostram que o endereço era usado como ponto de encontro dos criminosos, classificados pelo setor de inteligência como de "alto potencial de violência". 

Segundo a Polícia Civil, o "QG" era usado para organizar crimes violentos: "como roubos e homicídios, dispondo, inclusive, de um colete balístico e munições para tal intuito", expõe a PC em nota.

Ainda, os policiais indicam que os autores estavam na residência e conseguiram fugir ao perceberem a presença policial, no momento em que os agentes investigadores do Garras monitoravam o endereço. 

Com isso, para além das apreensões, a polícia segue com as investigações.

Confrontos

Ainda que, dessa vez, não tenha acontecido um encontro entre policiais e grupos criminosos, o número por mortes por intervenção de agente do estado segue aumentando, indicando a prática de um punitivismo que vai contra a Lei de Execução Penal e põe agentes policiais em risco. 

Isso porque, conforme a Lei 7.210/1984, é garantido que até mesmo detentos e condenados precisam ter os direitos respeitados pelo Estado. 

Diferente disso, Mato Grosso do Sul desde 2020 registra uma crescente no número de vítimas por agentes do Estado, sendo o ano passado o mais violento desse índice, com 131 mortos derivados desses supostos confrontos. 

Até o fim do sexto mês de 2023, 60 pessoas tinham sido mortas por agentes do Estado, neste ano, até então, 42 vítimas foram registradas, sendo a última o policial militar envolvido com narcotráfico, cabo Almir Figueiredo Barros. 

Almir foi morto na tarde desta sexta-feira (21) por colegas do Batalhão de Choque durante uma operação de captura de um grupo envolvido no roubo de um caminhão e no tráfico de drogas, como bem abordou o Correio do Estado

 

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