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CORONAVÍRUS

Menores infratores são desobrigados de prestar serviços comunitários durante pandemia

Decisão faz parte do pacote de providências do Judiciário no combate à propagação do coronavírus
31/03/2020 17:35 - Glaucea Vaccari


Menores infratores das medidas de meio aberto tiveram o cumprimento das mesmas suspenso pela Vara da Infância e da Adolescência de Campo Grande, devido a pandemia do coronavírus. Decisão faz parte do pacote de providências do Judiciário no combate à propagação do novo vírus.

Conforme portaria publicada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul no dia 24 de março, os magistrados devem buscar os melhores meios para evitar a disseminação do novo coronavírus entre a população detida, incluindo os menores infratores.

Com base nisso, a Vara da Infância e da Adolescência determinou a suspensão do cumprimento das medidas de liberdade assistida e de prestação de serviço à comunidade dos menores em internação definitiva. Segundo a Vara, grande parte do serviço prestado à comunidade é feito em escolas e postos de saúde, estando as escolas fechadas e o trânsito de pessoas saudáveis não recomendado nos postos., o que inviabiliza a prestação do serviço pelos infratores.

Quando aos menores internados nas Unidades Educacionais de Internação (Unei) de Campo Grande, medidas estão sendo tomadas para evitar o contágio, além da reavalização das internações provisórias e definitivas.  

Entre outras medidas adotadas pelo TJMS está a suspensão das apresentações mensais em juízo dos apenados no regime aberto e livramento condicional, bem como dos réus que cumprem medida cautelar e suspensão condicional do processo.

O magistrado corregedor dos presídios de Campo Grande, Mário José Esbalqueiro Júnior, requisitou à Agepen, no dia 18 deste mês, a relação de presos, por unidade, portadores de HIV, diabetes e hipertensão descontroladas, tuberculose, câncer, gestantes e pessoas maiores de 60 anos para avaliar, de acordo com a condição de saúde e respectiva condenação, a possibilidade de progressão ou saída para tratamento.  

Não entram nessa avaliação presos por casos de latrocínio, homicídio e estupro.

 

Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.