Cidades

PROIBIDO

Mineiro é preso com carne de porco silvestre e pescado em ônibus

Pescador voltava de pescaria ilegal com amigos no Pantanal

RAFAEL RIBEIRO

21/07/2019 - 11h00
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Policiais Militares Ambientais do Grupamento do Taquarussu, em Anastácio, realizavam fiscalização na rodovia BR-262, quando abordaram, um ônibus com placas de Tupaciguara, Minas Gerais, com 12 turistas mineiros que voltavam de pescaria no Pantanal. Ao vistoriar o bagageiro do veículo, encontraram uma caixa térmica que continha pescado abaixo da medida permitida e carne de animal silvestre.

Na caixa havia 6 quilos de pescado, sendo quase todos os exemplares abaixo da medida permitida. Um exemplar de pacu, medindo 32 centímetros, sendo o tamanho mínimo de captura de 45 centímetros para a espécie, quatro exemplares de piavuçu, três medindo 34, 35 e 36 centímetros e um exemplar de curimbatá, medindo 36 centímetros, sendo o tamanho mínimo de captura de 38 centímetros para as espécies. Também havia 11 exemplares de piranhas e 12 quilos de carne de animal silvestre.

O produto ilegal pertencia a um passageiro de 64 anos, residente em Tupaciguara, que assumiu ter capturado o pescado ilegal e ganhado a carne de porco do mato da espécie cateto ou queixada em um pesqueiro. Ele foi preso e encaminhado à delegacia de policia civil de Anastácio, onde foi autuado em flagrante por crimes ambientais de transporte de produtos da caça ilegal e da pesca predatória.

A pena relativa à carne de animal silvestre é de seis meses a um ano de detenção e pelo transporte do pescado ilegal é de um a três anos de detenção.

Os Policiais Militares Ambientais também confeccionaram autos de infração administrativos e arbitraram multa de R$ 1.620,00 contra o infrator.  

Os demais turistas estavam com pescado capturado e transportado legalmente e tiveram seus peixes vistoriados e lacrados para o transporte até sua cidade de origem, Tupaciguara.

Cidades

BNDES financia R$ 1,98 bi para Bram construir 6 navios de apoio fretados pela Petrobras

O anúncio acontece um dia após a estatal assinar, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contratos para expansão da sua frota própria de gaseiros, barcaças e empurradores no estaleiro da Ecovix, no Rio Grande do Sul, no valor de R$ 2,8 bi

21/01/2026 19h00

Sede da Petrobrás

Sede da Petrobrás Imagem: Agência Petrobras

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 1,981 bilhão para a Bram Offshore Transportes Marítimos construir seis embarcações híbridas de apoio marítimo à produção offshore de petróleo e gás, que serão afretadas pela Petrobras, informou o banco nesta quarta-feira, 21.

O anúncio acontece um dia após a estatal assinar, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contratos para expansão da sua frota própria de gaseiros, barcaças e empurradores no estaleiro da Ecovix, no Rio Grande do Sul, no valor de R$ 2,8 bilhões.

Já as embarcações de apoio financiadas pelo BNDES decorrem de contratos da Petrobras para afretamento por 12 anos, e serão utilizadas para o transporte de suprimentos entre as plataformas de perfuração ou produção em alto mar e as bases em terra. A construção será no Estaleiro Navship, em Navegantes, Região Metropolitana da Foz do Rio Itajaí, em Santa Catarina.

A propulsão dos navios será híbrida, do tipo diesel-elétrica, com bancos de baterias que fornecerão energia suficiente para que, sem outra fonte, sejam capazes de manter a embarcação em posição por um tempo preestabelecido. Também serão dotadas de conector elétrico capaz de receber energia diretamente do porto, quando atracadas.

"O apoio do BNDES contribui para desenvolver e capacitar com emprego de tecnologias mais avançadas o parque nacional de estaleiros, a partir da produção de embarcações com banco de baterias e motores elétricos, que reduzem as emissões de gases de efeito estufa", afirmou em nota o presidente do banco, Aloizio Mercadante.

Segundo o BNDES, os recursos virão do Fundo da Marinha Mercante (FMM). A Bram vai adquirir, até julho de 2028, 6 embarcações da classe PSV 5000. Com o projeto, a expectativa é de criação de 620 empregos diretos no estaleiro durante a construção das embarcações e de 190 empregos diretos na Bram na fase operacional delas.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 21, no Estaleiro Navship, pelo ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, em cerimônia com a presença da diretora de Infraestrutura e Mudança Climática do BNDES, Luciana Costa.

"Esse tipo de investimento só acontece em um País que voltou a ter estabilidade econômica e confiança para investir. O resultado não poderia ser melhor: estaleiros cheios, mais de 50 mil empregos gerados no setor em 2025 e o fortalecimento da nossa economia", disse na ocasião o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

A Bram Offshore Transportes Marítimos Ltda é uma empresa do grupo americano Edison Chouest, de capital fechado, com presença no Brasil desde 1991. Atualmente, é a maior companhia de apoio offshore do país, operando uma frota de 77 embarcações.

Ponta Porã

Fronteira: PF deflagra operação contra uso irregular de substâncias químicas

Investigação foi iniciada com a apreensão de caminhõestanque

21/01/2026 18h20

Foto: Divulgação

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A Polícia Federal realizou nesta quarta-feira (21), uma operação contra empresas suspeitas de utilizar estruturas de fachada para o manuseio irregular de substâncias química, ação realizada em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai.

A investigação foi iniciada com a apreensão de caminhõestanque, que transportavam líquido transparente identificado como NAFTA, comumente empregada na adulteração de combustíveis. 

A ação contou com o apoio de fiscais da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e cumpriu mandados de busca e apreensão e a suspensão de atividades ilegais.

Operação visa prevenir práticas ilícitas, proteger o consumidor e fortalecer a coleta de provas para o aprofundamento das investigações. As apurações seguem em andamento, sob sigilo.

A substância apreendida estava em desacordo com as notas fiscais. Há indícios de que o líquido era carregado e armazenado clandestinamente em imóveis ligados às empresas investigadas.

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