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CORONAVÍRUS

Ministério vai investir R$ 522 milhões para Fiocruz produzir vacina de Oxford

Produção das doses começa ainda em 2020, em parceria com laboratório do Reino Unido
02/08/2020 14:20 - Da Redação


O Ministério da Saúde deve investir R$ 522 milhões na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em um acordo de transferência de tecnologia do laboratório britânico AstraZeneca e produção de 100 milhões de doses da vacina contra a Covid-19.

Presidente da instituição, Nísia Trindade afirmou à CNN Brasil que a vacina segue para a fase final de testes após apresentar excelentes resultados nas etapas anteriores. O medicamento é desenvolvido pela empresa do Reino Unido em conjunto com a Universidade de Oxford.

“Vai ser muito importante garantir esse acesso à nossa população de uma vacina que já foi considerada pela Organização Mundial de Saúde como a de estágio mais avançado no mundo”, disse Nísia.

A presidente explicou que a transferência de tecnologia para Bio-Manguinhos, laboratório da Fiocruz, garantirá a produção total da imunização no país.  

“Além de dar acesso à população nesse momento tão crítico, nós estaremos garantindo a autonomia do nosso país frente à vacina, não estaremos dependentes de exportação. Isso é um fato inédito”, explicou.

O investimento do governo já colocou em prática os preparativos para a execução do projeto.

“Bio-Manguinhos está fazendo poucas adaptações para concluir a primeira fase, que é a produção dessas 100 milhões de doses [da vacina]. O acordo como um todo está na ordem de R$ 1,9 bilhão”, afirmou.

Nísia disse que é esperado que a produção da vacina em território nacional se inicie no final de 2020.  

“Durante os meses de dezembro e janeiro receberemos insumos farmacêuticos ativos da AstraZeneca e estaremos finalizando este processo de formulação, produção e envase já na Fiocruz. A partir de julho de 2021, nós temos com muita clareza essa incorporação da tecnologia e esse marco para que possamos produzir a vacina em todo o seu processo”, finalizou.

 
 

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!