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EM CAMPO GRANDE

Ministro da Defesa diz que combate à Covid não é afetado por vacância na Saúde

General afirma que ações continuam da mesma forma com ministro interino na Saúde
20/05/2020 18:01 - Glaucea Vaccari


Em visita à Campo Grande, ministro da Defesa, o general Fernando Azevedo e Silva, afirmou que o fato de o Brasil estar sem ministro da Saúde não impacta nas ações em relação a pandemia do novo coronavírus. Afirmação foi feita em entrevista ao programa Bom Dia Mega, da Rádio Mega 94.

“Vejo que as ações continuam da mesma forma. Tem o ministro interino que está continuando as ações previstas, não teve queda na continuidade em relação a participação do governo e do Ministério da Saúde e outros ministérios para combater o Covid-19”, disse.=

Ministro veio ao Estado para conhecer de perto os trabalhos realizados nos últimos meses no enfrentamento do novo coronavírus pelo Comando Militar do Oeste (CMO) e participou de desinfecção do Hospital Regional.

“É essa a intenção como ministro da Defesa, prestigiar os nossos companheiros fardados que estão neste combate”, disse.

No Hospital Regional, onde agentes do Exército fizeram a desinfecção, secretário de Saúde, Geraldo Resende, repassou ao ministro todas as ações e demandas que Mato Grosso do Sul tem em relação ao combate da pandemia, falou sobre a situação preocupante dos indígenas de Dourados e da união de esforços para tentar minimizar o impacto da doença.  

O general declarou total apoio a Mato Grosso do Sul no combate a pandemia da Covid-19 e que as Forças Armadas estão para ajudar no que for que preciso. "Estamos junto nessa guerra, porque isso é uma guerra, essa é uma obrigação que as forças têm com a população", disse ao secretário.

Silva comparou o efetivo utilizado no enfrentamento da pandemia, cerca de 30 mil homens por dia, com os homens no combate a Segunda guerra da força expedicionária Brasileira que, na época, usou 25 mil homens. .

Dados da Defesa apontam que nos últimos 60 dias, foram realizadas 993 operações de controle de linha de fronteira, a descontaminação de 70 instalações públicas, além do apoio a repatriação de 5.565 brasileiros. No que tange a produção de Equipamento de proteção individual (EPI), foram produzidas 36.295 máscaras e 10,5 mil litros de produtos de limpeza.  

 
 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!