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PANDEMIA

MPMS dá 48h para prefeitura tomar medidas contra Covid-19

Em novo recorde de confirmações, Dourados ultrapassou marca de 1 mil casos neste sábado
13/06/2020 17:11 - Adriel Mattos


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul (MPMS) deu prazo de 48 horas para que a prefeitura de Dourados, cidade no sul do Estado, tome diversas medidas restritivas para minimizar o avanço da pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. A pena pelo descumprimento é baseada em lei federal, que prevê prisão e multa.

Em ofício encaminhado à prefeitura com urgência, o promotor de Justiça Ricardo Rottuno requisitou barreiras sanitárias, isolamento/distanciamento social, ampliação de leitos, e acompanhamento de pacientes suspeitos e confirmados. As sanções previstas na Lei Federal 7347/1985 por descumprimento são de prisão de um a três e multa de dez a 1 mil Obrigações do Tesouro Nacional (OTN).

Segundo a promotoria, a taxa de ocupação dos leitos entre públicos e particulares é de aproximadamente 42,59% para clínicos e 42,28% em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e só aumentam conforme dados obtidos pela Promotoria de Justiça.

“Essas medidas precisam ser adotadas com urgência pelo poder público municipal como estratégia para evitar o avanço exponencial dos casos, como vem ocorrendo, de modo a impedir que o sistema de saúde entre em verdadeiro colapso”, justificou Rotunno no pedido.

O promotor lembra também que Dourados tem o maior número de casos do Estado. Neste sábado, a cidade registrou mais 148 casos e chegou a 1034 confirmações. “Recorde este experimentado com indicação de causa posterior à adoção de medidas de afrouxamento dos atos que inicialmente refletiram em uma contenção da propagação do vírus, reclamando atuação efetiva e eficiente do gestor”, finalizou.  

 
 

Felpuda


Conversas muito, mas muito reservadas mesmo tratam de possível mudança, e não pelo desejo do “inquilino”.

Por enquanto, e em razão de ser um assunto melindroso, os colóquios estão sendo com base em metáforas.

Até quando, não se sabe, pois o que hoje é considerado tabu poderá se tornar assunto em rodinhas de conversas.

Como dizia o célebre Barão de Itararé: “Há mais coisas no ar, além dos aviões de carreira”. Só!