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PANDEMIA

MS chega a 58 mortes, sendo que quase metade estão na região de Dourados

Mortes registradas nesta quarta-feira foram de duas mulheres, sendo que uma não tinha comorbidades
24/06/2020 18:21 - Daiany Albuquerque


 

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) confirmou nesta quarta-feira (24) mais duas mortes por Covid-19 em Mato Grosso do Sul. As mortes foram em Dourados e Naviraí, com isso só esta microrregião já contabiliza 27 das 58 mortes do Estado, o que corresponde a 46,5%.

De acordo com a secretaria, a vítima residente em Naviraí tinha 55 anos, e apresentou os primeiros sintomas no dia 13 de junho. Ela estava internada em Dourados desde o dia 22 de junho e morreu ontem. O diagnóstico positivo para Covid-19, porém, só saiu hoje. 

A mulher sofria de doença pulmonar obstrutiva cronica (DPOC), e também tinha insuficiência cardíaca congestiva (ICC) e diabetes. Esta foi a primeira morte do município até agora.

Já no caso da segunda morte, que ocorreu em Dourados, a paciente tinha apenas 32 anos e começou a apresentar sintomas no dia 7 de junho. A secretaria informou que ela fez o teste no dia 15 deste mês e teve o resultado positivado cinco dias depois.

Entretanto, ela estava em tratamento domiciliar quando precisou dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade nesta quarta-feira, já em parada cardiorrespiratória. A vítima não resistiu e morreu hoje mesmo. Não tinha comorbidades relatadas sobre a paciente.

Com essas mortes, a região de Dourados passa a responder sozinha por quase metade das mortes de todo o Estado. Só o município de referência já contabiliza 14 óbitos, além das mortes em: Vicentina (1); Itaporã (3); Iguatemi (1); Rio Brilhante (2); Douradina (1); Deodápolis (1); Itaquiraí (1); Glória de Dourados (1); e agora Naviraí (1).

As outras mortes em Mato Grosso do Sul estão Campo Grande com 8, Três Lagoas 5, Batayporã 2, Paranaíba 2, Brasilândia 2, Sidrolândia 1, Ponta Porã 2, Corumbá 6, Anastácio 1 e Guia Lopes da Laguna 2. 

 

Felpuda


Dia desses, há quem tenha se lembrado de opositor ferrenho – em público –, contra governante da época, mas que não deixava de frequentar a fazenda de “sua vítima” sempre que possível e longe dos olhos populares. Por lá, dizem, riam que só do fictício enfrentamento de ambos, que atraía atenção e votos. E quem se lembrou da antiga história garantiu que hoje ela vem se repetindo, tendo duas figurinhas carimbadas nos papéis principais. Ô louco!