Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

CORONAVÍRUS

Mesmo com aumento de casos, MS ainda tem 1,4 mil leitos disponíveis

Leitos clínicos registram 1.172 com apenas 0,3% de ocupação
13/05/2020 13:16 - Bruna Aquino, Ricardo Campos Jr


Mesmo com o aumento no número de casos positivos do novo coronavírus, dados mostram que grande parte dos leitos espalhados pelo Estado ainda não foram ocupados. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), Mato Grosso do Sul ainda possui hoje o total de 1.468 leitos (entre clínicos e de UTI) disponíveis para atender pacientes infectados pela Covid-19. 

Desses leitos públicos, 1.172 são clínicos com taxa de ocupação de apenas 0,3% enquanto os demais 296 leitos são de UTI com ocupação de 0,2%. Isso porque 188 pessoas que testaram positivo para a doença estão em isolamento domiciliar e não evoluíram para casos mais graves. 

Contudo, do total de casos confirmados da doença, ao todo 212 pessoas foram curadas da doença. 

BOLETIM

Conforme boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (13) pela SES, Mato Grosso do Sul tem hoje 430 casos confirmados, 25 novos casos em 24 horas (6,2%) em 10 municípios e acumula 13 óbitos com percentual total de 3% em relação aos casos confirmados. 

“Todos dizem que até a 25ª semana epidemiológica deveremos ter um ‘boom’ de casos em Mato Grosso do Sul e no país”, comentou o secretário de saúde Geraldo Resende que reforçou a importante do isolamento social e o uso de máscara ao sair nas ruas. 

A 13ª vítima da doença é um marceneiro de 58 anos morador de Brasilândia que sofria de diabetes. Ele estava internado no hospital Auxiliadora em Três Lagoas desde a semana passada em estado grave. A cidade registrou 15 casos de pessoas infectadas com a Covid-19.

 

Felpuda


É quase certo que a aposentadoria deverá ocorrer de maneira mais rápida do que se pensava em determinado órgão. O que deveria ser a tal ordem natural dos fatos acabou sendo atropelada por acontecimentos considerados danosos para a imagem da instituição. Os dias estão passando, o cerco apertando e já é praticamente unanimidade de que a cadeira terá de ter substituto. Mas, pelo que se ouve, a escolha não deverá ser com flores e bombons de grife.