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PANTANAL EM CHAMAS

Mato Grosso do Sul recebe mais R$ 590 mil para combater fogo no Pantanal

No fim do mês de outubro, chamas atingiram a Serra do Amolar, principal refúgio dos animais da região
13/11/2020 13:03 - Gabrielle Tavares


Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), autorizou a liberação de R$ 590 mil para ações de combate a incêndio florestal em Mato Grosso do Sul, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União.

É o sexto repasse federal que o Estado recebe neste ano, o primeiro foi realizado em agosto. Com a nova verba, o apoio emergencial totaliza R$ 9,6 milhões.  

O recurso será aplicado na contratação de aeronaves que fazem o combate direto aos focos de incêndios onde as equipes de solo não conseguem chegar. O Pantanal ainda registra focos, mesmo com a chegada da temporada de chuvas.

O prazo de execução das ações é de 180 dias, contados a partir de quarta-feira (11).

Queimadas

No dia 31 de outubro o fogo atingiu a região da Serra Amolar, única preservada dos últimos incêndios e refúgio dos animais em Mato Grosso do Sul.

O local foi um dos poucos preservados durante o período crítico de incêndios nos últimos dois meses, por isso se tornou abrigo dos animais.

De acordo com o analista ambiental do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), Alexandre Pereira, os novos incêndios iniciaram com raios que atingiram a região do Parque Nacional do Pantanal de Mato Grosso.  

O analista relata que os incêndios não são tão intensos quanto os que ocorreram nos meses anteriores, mas que precisam ser combatidos rapidamente por serem áreas de refúgio dos animais.

“Esse é um incêndio que preocupa muito porque os animais estão todos ali, a maior parte deles que conseguiram fugir do fogo se refugiaram ali. É muito importante a gente conseguir proteger e minimizar o mais rápido possível os impactos nesta região”, disse.

 
 

Felpuda


Tropas de choque ligadas a alguns vereadores estão agitadas que só nas redes sociais na tentativa de desbancar a concorrência das “chefias” que querem porque querem. Querem a cadeira maior da Câmara Municipal de Campo Grande. A da presidência.

Segundo políticos mais antenados, trata-se do “segundo turno” das eleições do dia 15 de novembro, só que com apenas 29 eleitores.