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CORONAVÍRUS

Mato Grosso do Sul registra 1.541 casos de Covid-19 e 16 mortes em 24 horas

Mais da metade dos municípios do Estado estão na faixa vermelha e governo decreta toque de recolher em todo MS das 22h às 5h
12/12/2020 13:00 - Naiara Camargo


Segundo o Boletim Epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (SES), publicado na manhã deste sábado (12), Mato Grosso do Sul já tem 112.876 casos confirmados de Covid-19 e 1.913 óbitos pela doença. 

São 1.541 casos e 16 mortes a mais que ontem. Os recuperados já somam 96.355.

Em isolamento domiciliar encontram-se 13.963 doentes. Há 645 pessoas internadas, sendo 381 em leitos clínicos e 264 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

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Campo Grande registrou de ontem para hoje 825 novos casos; Dourados 193; Maracaju 73; Três Lagoas 51; Corumbá 49; Rio Brilhante 30; Ponta Porã 27 e Naviraí 25. 

Campo Grande, Caarapó, Dourados, Três Lagoas, Nioaque, Maracaju, São Gabriel do Oeste e Anastácio são as cidades que apresentaram mortes nas últimas 24 horas.

Conforme o Boletim de ontem (11), três cidades do Estado não tem mais leitos de UTIs disponíveis para tratamento da doença. São elas: Campo Grande, Dourados e Ponta Porã.

Grau de risco em cidades de MS

O grau de risco dos municípios de Mato Grosso do Sul foi atualizado na última quinta-feira (10) pelo governo do Estado.

A situação é crítica: Amambaí, Naviraí e Dois Irmãos do Buriti encontram-se em risco extremo (bandeira cinza).

Já 45 cidades, incluindo a capial; Terenos; Aquidauana e Corumbá estão em risco alto (bandeira vermelha).

Em grau médio (bandeira laranja) estão 27 municípios, alguns deles sendo Caracol, Porto Murtinho e Bodoquena.

Em nível tolerável (bandeira amarela), estão: Três Lagoas, Angélica, Novo Horizonte do Sul e Selvíria.

Não há nenhuma cidade em risco baixo (bandeira verde).

Medidas Restritivas 

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, decretou toque de recolher das 22h às 5h em todo o Estado.

O objetivo é evitar a aglomeração de pessoas, atingir o nível desejado de isolamento social e conter a proliferação do novo coronavírus.

“Uma grande parte da população não tem sido colaborativa, estão se aglomerando, fazendo festas, estão optando pela morte, e não pela vida”, disse o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende.

Orientações

A SES afirma que o isolamento social; o uso de máscara e álcool gel e a higienização das mãos com água e sabão são medidas imprescindível para conter a propagação do novo coronavírus.

Pessoas que apresentarem febre, tosse seca ou dor de garganta devem permanecer em isolamento por 14 dias.

Caso os sintomas se agravem, é recomendado que se procure uma unidade básica de saúde mais próxima.

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