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SETE ESTADOS

Compra compartilhada de medicamentos garante economia de R$ 19 milhões a MS

Nova modalidade foi definida em encontro do Consórcio Brasil Central
29/11/2019 15:46 - GLAUCEA VACCARI


 

Compra de medicamentos para tratamento de doenças degenerativas e de alta complexidade passará a ser feita de forma compartilhada entre Mato Grosso do Sul e mais seis estados integrantes do Consórcio Brasil Central. Deliberação desta nova modalidade de compra deve reduzir em até 30% os custos para o Estado.

Edital de licitação foi publicado nesta quinta-feira (28), na reunião do 21º Fórum de Governadores do Consórcio Interestadual para Desenvolvimento do Brasil Central, em São Luiz do Maranhão (MA).

De acordo com o governador Reinaldo Azambuja, que participa do encontro, a compra compartilhada também vai tornar mais célere a distribuição de remédios no Estado, além de forçar a queda nos valores praticados pelo mercado farmacêutico.

“São 170 milhões de reais de compras para sete Estados, com certeza terá uma redução de custo”, disse, se referente aos recursos dos estados integrantes do consórcio, que são, além de MS, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Maranhão, Distrito Federal e Rondônia. Só de Mato Grosso do Sul, a contrapartida para o pregão é de R$ 2,5 milhões.

O porcentual de 30% de economia representa R$ 19,2 milhões dos R$ 64 milhões que o governo do Estado gastou com remédio de alto custo no ano passado, segundo informou anteriormente Azambuja

Pregão para a compra dos medicamentos será realizado no dia 11 de dezembro, na modalidade menor valor por item, com objetivo de formar o Sistema de Registro de Preços.

Expectativa é que a primeira compra de remédios neste novo formato de licitação chegue em Mato Grosso do Sul na segunda quinzena de janeiro de 2020.

Conforme o secretário estadual de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, a aquisição envolve 103 medicamentos de alta complexidade. “A nova modalidade vai nos assegurar agilidade, redução substancial do custo dos, mas principalmente, beneficiar a população de Mato Grosso do Sul que precisa dos remédios para uma melhor qualidade de vida”, afirmou.

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!