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MULTAS

Número de autuações por incêndio ambiental em 2020 já é mais que o dobro das penalidades aplicadas no ano passado

Em pouco mais de oito meses, Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul emitiu R$ 3,77 milhões em sanções, das quais somente 30% costumam ser pagos
20/09/2020 19:00 - Da Redação


O Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), vinculado à secretaria estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), aplicou R$ 3,77 milhões em multas ambientais por incêndios desde o mês de janeiro até meados de setembro de 2020. 

O montante é 43% maior que os R$ 2,34 milhões aplicados em multas durante todo o ano passado. O número de autuações mais que dobrou, passando de 20 em 2019 para 42 até setembro de 2020. Em 2018, foram aplicadas 15 autuações com multas que somaram R$ 552 mil.

As multas de 2020 foram aplicadas em 28 municípios do Estado e mostram a amplitude da atuação do Imasul no combate às queimadas. Em 2019, foram 13 municípios e, em 2018, foram 11 cidades diferentes.

Jaime Verruck, titular da Semagro, explica que os números de 2020 não incluem a Operação Focus, ainda em andamento, que foi desencadeada para identificar a origem dos incêndios na região do Pantanal. “Em 2020 temos uma fiscalização mais intensiva em relação aos incêndios e os números serão muito maiores do que no ano passado, quando já tivemos uma fiscalização sistemática”, afirma o secretário.

Todas as multas aplicadas pela equipe de fiscalização do Imasul e da Polícia Militar Ambiental geram uma investigação criminal realizada pela Polícia Civil, mas nem todo o valor autuado chega aos cofres públicos. A média é de que 30% das multas são pagas, visto que o processo de defesa do autuado passa por várias esferas.

 
 

Felpuda


Mesmo sem ter, até onde se sabe, combinado com o eleitor, candidato a prefeito começou a apresentar nomes do seu ainda hipotético secretariado, pois parece estar convicto de que conseguirá vencer a disputa.

Os adversários dizem por aí que ele está muito distante de “ser um Jair Bolsonaro”, que, ainda na campanha eleitoral para presidente da República, já falava em Paulo Guedes para ser seu ministro de Economia. Como sonhar é permitido