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ESTELIONATO

Na capital, operação contra fraude no auxílio prende uma pessoa e materiais eletrônicos

Segundo a PF, em Mato Grosso do Sul foi determinado o bloqueio de R$ 650 mil em contas fraudadas
10/12/2020 15:07 - Flávio Veras


Um homem foi preso em flagrante pela prática dos crimes de falsidade ideológica e uso de documento falso durante a Operação Segunda Parcela, deflagrada na manhã desta quinta-feira (10), em Campo Grande. Segundo a PF, a Operação tem objetivo de desestruturar ações que causam graves danos ao programa assistencial e, em consequência, atingem a população que necessita dos valores creditados.  

Além de Mato Grosso do Sul, outros 13 estados tiveram ações da corporação. No Estado foi determinado o bloqueio de valores de até R$ 650 mil em diversas contas que receberam benefícios fraudados.  

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Além da prisão, os agentes ainda efetuaram a apreensão de documentos, três computadores, 10 aparelhos celulares, dois veículos, diversos cartões bancários e uma máquina de para recebimento de pagamentos eletrônicos (máquina de cartão).

Operação

Ainda conforme a PF, foram identificados 3.823.841 pedidos irregulares que foram cancelados ou bloqueados.  

Investigações apuraram que deixaram de sair indevidamente dos cofres públicos, no mínimo, R$ 2,3 bilhões, se considerando apenas o pagamento de uma parcela de R$ 600.

No total, a operação conta com 152 policiais federais, e cumpre 42 mandados de busca e apreensão, 7 mandados de prisão e 13 de sequestro de bens.  

Além de MS, as ações aconteceram em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba, Bahia, Santa Catarina, Tocantins, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Maranhão e Piauí.

No Estado, são cumpridos seis mandados de busca e apreensão, com participação de 25 policiais.  

As medidas são parte de uma Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE), da qual participam a Polícia Federal, o Ministério Público Federal (MPF) o Ministério da Cidadania (MCid), a CAIXA, a Receita Federal (RF), a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU), para identificar a ocorrência de fraudes massivas e desarticular a atuação de organizações criminosas.

A PF destaca que todos os pagamentos indevidamente feitos serão analisados por parte da Polícia Federal, e das demais instituições competentes.