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PANDEMIA

'Não pode ficar como está', afirma secretário de Saúde sobre a covid-19

Geraldo Resende voltou a pedir para que medidas sejam cumpridas e apelou para que haja compaixão da população para reduzir mortes
07/08/2020 13:30 - Nyelder Rodrigues


O recorde negativo de 23 mortes causadas pela covid-19 no período de 24 horas alcançado em Mato Grosso do Sul fez com que o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, voltasse a alertar a população sobre a situação e pedir que haja mudança no comportamento atual, se atentando às recomendações feitas até aqui.

"Ainda não chegamos no auge, no chamado pico. Estamos em curva ascendente e os próximos dias devem ser terríveis. Estamos apontando para isso há vários dias e estudos, com chancela da Opas [Organização Pan-americana para a Saúde] e especialistas, mostram essa curva cada vez mais exponencial, o que nos preocupa muito", destaca o secretário.

 
 

Geraldo ainda criticou os que, apesar dos números negativos e graves, seguem ignorando a situação "teimam em fazer confronto com os números", frisa. "Nesse momento a importância de mantermos a unidade é muito grande", diz o chefe da Saúde estadual, completando que as falas dele visam chamar à atenção de gestores e população.

"Não pode ficar como está, permanecer do jeito que estamos verificando, como se a vida estivesse normal. Estamos enfrentando a pior pandemia. Precisamos que, ao menos por compaixão, as pessoas se conscientizem e passemos a registrar índices melhores que os atuais", alerta.

O secretário também indica que, hoje, os principais 'remédios' para combater o novo coronavírus são o uso de máscara, rigor na higiene pessoal, em especial das mãos, e adoção de regras de isolamento social. Seu pronunciamento foi feito durante a live diária do Governo do Estado, em que são anunciados os números da covid-19.

Na mesma oportunidade, Geraldo aproveitou para anunciar que Mato Grosso do Sul assumiu, ao lado do Espírito Santos e de Rondônia, a liderança no ranking de transparência de dados na covid-19 e ampliação de leitos em Ponta Porã, que acontece no sábado (8). O total de Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) na cidade, hoje em 10 leitos, será dobrado para 20.

 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!