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ESPAÇO

Nasa descobre evidência de universo paralelo onde o tempo passa ao contrário

Conforme a agência espacial, o mundo invertido está localizado na Antártica
20/05/2020 17:27 - Da Redação


Cientistas da Nasa dectetaram evidências da existência de um universo paralelo, onde o tempo passa ao contrário do que o do nosso universo e as regras da física são opostas. Conforme a agência espacial, o mundo invertido é localizado na Antártica.

Descoberta aconteceu durante experimento que tinha como objetivo detectar “ventos” de partículas de alta energia vindas do espaço, com ajuda da  Antena Impulsiva Transiente da Antártica (Anita).

Durante a pesquisa, cientistas detectaram um ruído vindo da Terra e, ao analisarem os dados, encontraram “neutrinos tau”, partículas de alta energia, mais pesadas, saindo da terra, o que, segundo os especialistas, indica que elas estavam ao contrário no tempo.

Segundo o  físico experimental de partículas da Universidade do Havaí e um dos principais pesquisadores por trás do projeto Anita, Peter Gorham, a única maneira do neutrino de alta energia se movimentar desta forma é se ele se transformasse em um tipo de partícula antes de passar pela Terra.

Para o físico, a descoberta implica que as partículas podem estar viajando para trás no tempo, o que sugere, segundo a Nasa, um universo paralelo com as leis da física de maneira contrária as nossas.  

Em entrevista a revista científica New Scientist, o físico afirma que a explicação mais simples para para a existência de um universo paralelo é de que no momento do Big Bang, explosão que deu origem ao universo, dois universos foram criados, o nosso e o invertido.

Ainda segundo Gorham, apesar das evidências, “nem todo mundo está confortável com esta hipótese”. A afirmação foi dada em entrevista a revista cientívica New Scientist. 

 
 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!