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ATRASOS

Procon vai investigar irregularidades no transporte público de Campo Grande

Reclamações são constantes por parte da população
19/02/2020 18:14 - Fábio Oruê


Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor de Mato Grosso do Sul (Procon-MS) vai fiscalizar possíveis abusos contra os usuários do transporte coletivo de Campo Grande. Atrasos, ônibus sucateados, demanda não suportada são alguns pontos que o órgão deve fiscalizar e que são reclamações diárias da população. 

Superintendente do órgão, Marcelo Salomão, expôs a dificuldade de fiscalizar o Consórcio Guaicurus, empresa responsável pelo transporte na Capital, porque as denúncias não chegam a ser formalizadas no Procon. “Tem que entrar no nosso site e fazer a denúncia. Se não tem, a gente não consegue fiscalizar; e o consórcio quase não tem”, disse ele. “Nós já colocamos nossos fiscais dentro dos ônibus para monitorar tudo e se precisar, vamos colocar de novo”, garantiu Salomão. 

 
 

A reportagem do Correio do Estado tentou contato com o diretor-presidente do Consórcio Guaicurus, João Rezende Filho, mas as ligações não foram atendidas. Recentemente a empresa realizou mudanças nas linhas de alguns ônibus da Capital. Foram 12 linhas com alteração de itinerário e três linhas extintas.

Procon está atualmente nas ruas para investigar os abusos nos preços da gasolina e do etanol, após as mudanças no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) - que aumentou em cinco pontos percentuais o imposto da gasolina e baixou na mesma proporção o do etanol. Há também fiscalização nos preços das novas placas do Mercosul, que o órgão quer reduzir o valor em 30%. “Além [de fiscalizar] a Energiza [concessionária de distribuição de energia em MS], a Águas [Guariroba],  supermercado com produto vencido”, finalizou Salomão. 

 

Felpuda


É quase certo que a aposentadoria deverá ocorrer de maneira mais rápida do que se pensava em determinado órgão. O que deveria ser a tal ordem natural dos fatos acabou sendo atropelada por acontecimentos considerados danosos para a imagem da instituição. Os dias estão passando, o cerco apertando e já é praticamente unanimidade de que a cadeira terá de ter substituto. Mas, pelo que se ouve, a escolha não deverá ser com flores e bombons de grife.