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DIREITO DO CONSUMIDOR

Quais são os deslizes mais comuns cometidos pelos planos de saúde, segundo a ANS

Saiba quais são os principais motivos das reclamações dos clientes das operadoras
13/11/2020 06:00 - Ricardo Campos Jr

As normas consumeristas existem para tornar mais justas a relação entre empresas e clientes, mas apenas a letra da lei não impede a quebra desses princípios. Quando o assunto é planos de saúde o assunto fica ainda mais delicado. Entre janeiro e setembro deste ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) já recebeu 111.156 reclamações contra as operadoras dos serviços.

Os dados fornecidos pelo órgão ao Correio do Estado mostram que houve aumento de 17% em comparação com o mesmo período do ano passado. Já em Mato Grosso do Sul, nesse mesmo intervalo de tempo, foram recebidas 556 denúncias de violações. O acréscimo em comparação com 2019 foi maior do que o nacional: 23%.

Em todos esses casos, a partir de uma reclamação efetuada pelo beneficiário pelos canais de atendimento da ANS, uma notificação automática é enviada imediatamente à operadora. A empresa tem até cinco dias úteis para responder ao usuário nos casos de demandas de natureza assistencial e até dez dias úteis em casos de demandas de natureza não assistencial (contratos e regulamentos, mensalidades e reajustes, por exemplo).

Conforme a Agência, essa ferramenta se chama Notificação de Intermediação Preliminar (NIP), criada para resolver o problema da forma mais ágil. Contudo, a orientação é para que os clientes primeiramente tentem uma solução diretamente com o plano de saúde antes de partir para a reclamação. O problema é que muitas pessoas decidem não seguir adiante com as reclamações. 

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