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PROGNÓSTICO

Outono começa nesta sexta e deve ser marcado por estiagem e queda nas temperaturas

Frio deve ser maior entre maio e junho, com possibilidade de geadas
20/03/2020 07:30 - Glaucea Vaccari


 

O outono começa às 18h58 (horário de MS) desta sexta-feira (20) e deve ser marcado por pouca chuva, período de estiagem e declínio das temperaturas, especialmente a partir de maio, em Mato Grosso do Sul. A estação termina no dia 21 de junho.

Outono é um período de transição entre o verão, que tem os meses mais quentes e úmidos na maior parte do país, e o inverno, que tem predomínio de tempo seco e passagens de grandes massas polares que podem causar queda acentuada da temperatura.

Conforme prognóstico do meteorologista Natálio Abrahão, o restante de março deve seguir com volume de chuvas abaixo do esperado, assim como abril, quando já há diminuição das precipitações.

Em maio, previsão é de uma estiagem generalizada, com pouca chuva em todas as regiões do Estado. Em junho, estiagem segue, com queda nos índices de umidade relativa do ar.  

Em Campo Grande, pancadas de chuva devem se reduzir a cada mês, com períodos de estiagem de mais de 25 dias.  

Com relação as temperaturas, em meados de maio, chegada de massas de ar polares podem derrubar a mínima para abaixo de 10°C. Há possibilidade de geadas em alguns municípios do sul. O frio não deve aumentar os níveis de umidade e o tempo será predominantemente seco.

Já em junho, prognóstico indica tendência de altas temperaturas, com predomínio de massas de ar secas e quentes e média de 23° em todo o Estado.

No outono também os dias lentamente vão ficando mais curtos e as noites mais longas e os ipes florescem.

 

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!