Cidades

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Outro vazamento de amônia para frigorífico

Outro vazamento de amônia para frigorífico

Com informações do site Vírgula

21/05/2010 - 07h31
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O vazamento de amônia num dos registros da casa de máquinas interrompeu no início da tarde de ontem a produção no Frigorífico Diplomata na sua unidade no distrito industrial de Indubrasil. É o terceiro vazamento registrado na indústria desde de dezembro do ano passado. Nenhum dos 100 funcionários do turno vespertino teve problemas de intoxicação. Mesmo assim, segundo o capitão Luidson Loreto, que comandou a equipe dos bombeiros no local, o incidente pode provocar o indiciamento penal da empresa que também está sujeita a multa por não ter seguido recomendações de segurança do Corpo de Bombeiros.

O vazamento mobilizou quatro viaturas dos bombeiros, duas ambulâncias do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu). Depois de ter sido controlado, os bombeiros chamaram uma equipe da Delegacia Especializada de Crimes Ambientais (Decat) para iniciar o procedimento necessário à abertura de inquérito. Segundo o delegado Fernando Villa de Paula se ficar comprovado que a empresa agiu de forma negligente, os proprietários podem ser enquadradas no artigo 54 da Lei 9.605 (de crimes ambientais ) estando sujeitos a pena de um a quatro anos de reclusão.

Na casa de máquinas, onde foi registrado o vazamento, só havia dois funcionários que deixaram o local imediatamente. Mesmo procedimento adotado pelos 100 operários que estavam na sala de desossa. Todos ficaram no pátio da indústria enquanto os bombeiros fechavam os registros e avaliavam as condições gerais das instalações Eles constataram falta de um plano de evacuação, falta de equipamentos básicos de segurança (como máscara), treinamento dos funcionários para como agir nesses casos. As válvulas, conforme os bombeiros, apresentavam sinais de corrosão.   

Amônia
O gás é altamente tóxico e é usado para acelerar o processo de refrigeração. Dependendo da quantidade inalada, causa irritação na pele, olhos, vômitos, tonturas, dores de cabeça e pode comprometer a respiração e levar à morte. (FP)

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BNDES financia R$ 1,98 bi para Bram construir 6 navios de apoio fretados pela Petrobras

O anúncio acontece um dia após a estatal assinar, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contratos para expansão da sua frota própria de gaseiros, barcaças e empurradores no estaleiro da Ecovix, no Rio Grande do Sul, no valor de R$ 2,8 bi

21/01/2026 19h00

Sede da Petrobrás

Sede da Petrobrás Imagem: Agência Petrobras

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 1,981 bilhão para a Bram Offshore Transportes Marítimos construir seis embarcações híbridas de apoio marítimo à produção offshore de petróleo e gás, que serão afretadas pela Petrobras, informou o banco nesta quarta-feira, 21.

O anúncio acontece um dia após a estatal assinar, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contratos para expansão da sua frota própria de gaseiros, barcaças e empurradores no estaleiro da Ecovix, no Rio Grande do Sul, no valor de R$ 2,8 bilhões.

Já as embarcações de apoio financiadas pelo BNDES decorrem de contratos da Petrobras para afretamento por 12 anos, e serão utilizadas para o transporte de suprimentos entre as plataformas de perfuração ou produção em alto mar e as bases em terra. A construção será no Estaleiro Navship, em Navegantes, Região Metropolitana da Foz do Rio Itajaí, em Santa Catarina.

A propulsão dos navios será híbrida, do tipo diesel-elétrica, com bancos de baterias que fornecerão energia suficiente para que, sem outra fonte, sejam capazes de manter a embarcação em posição por um tempo preestabelecido. Também serão dotadas de conector elétrico capaz de receber energia diretamente do porto, quando atracadas.

"O apoio do BNDES contribui para desenvolver e capacitar com emprego de tecnologias mais avançadas o parque nacional de estaleiros, a partir da produção de embarcações com banco de baterias e motores elétricos, que reduzem as emissões de gases de efeito estufa", afirmou em nota o presidente do banco, Aloizio Mercadante.

Segundo o BNDES, os recursos virão do Fundo da Marinha Mercante (FMM). A Bram vai adquirir, até julho de 2028, 6 embarcações da classe PSV 5000. Com o projeto, a expectativa é de criação de 620 empregos diretos no estaleiro durante a construção das embarcações e de 190 empregos diretos na Bram na fase operacional delas.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 21, no Estaleiro Navship, pelo ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, em cerimônia com a presença da diretora de Infraestrutura e Mudança Climática do BNDES, Luciana Costa.

"Esse tipo de investimento só acontece em um País que voltou a ter estabilidade econômica e confiança para investir. O resultado não poderia ser melhor: estaleiros cheios, mais de 50 mil empregos gerados no setor em 2025 e o fortalecimento da nossa economia", disse na ocasião o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

A Bram Offshore Transportes Marítimos Ltda é uma empresa do grupo americano Edison Chouest, de capital fechado, com presença no Brasil desde 1991. Atualmente, é a maior companhia de apoio offshore do país, operando uma frota de 77 embarcações.

Ponta Porã

Fronteira: PF deflagra operação contra uso irregular de substâncias químicas

Investigação foi iniciada com a apreensão de caminhõestanque

21/01/2026 18h20

Foto: Divulgação

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A Polícia Federal realizou nesta quarta-feira (21), uma operação contra empresas suspeitas de utilizar estruturas de fachada para o manuseio irregular de substâncias química, ação realizada em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai.

A investigação foi iniciada com a apreensão de caminhõestanque, que transportavam líquido transparente identificado como NAFTA, comumente empregada na adulteração de combustíveis. 

A ação contou com o apoio de fiscais da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e cumpriu mandados de busca e apreensão e a suspensão de atividades ilegais.

Operação visa prevenir práticas ilícitas, proteger o consumidor e fortalecer a coleta de provas para o aprofundamento das investigações. As apurações seguem em andamento, sob sigilo.

A substância apreendida estava em desacordo com as notas fiscais. Há indícios de que o líquido era carregado e armazenado clandestinamente em imóveis ligados às empresas investigadas.

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