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EDUCAÇÃO

No primeiro dia de aula após seis meses, pais e alunos aprovam retorno às escolas

Em escola particular de Campo Grande, somente sete crianças participaram
21/09/2020 18:56 - Da Redação


Após seis meses de paralisação nas escolas de Campo Grande por causa da epidemia do Coronavírus, estudantes de escolas particulares da educação infantil retornaram às aulas nesta segunda-feira (21). A adesão é optativa e as instituições de ensino podem ocupar no máximo 30% da capacidade de alunos no local.

Para o retorno, 54 escolas particulares assinaram termo de compromisso da Prefeitura com regras de biossegurança que devem ser respeitadas, como o aferimento da temperatura de todos os alunos na entrada, o uso obrigatório de máscaras, o distanciamento de um metro e meio entre os alunos em sala de aula e horários escalonados de entrada e saída. Outras regras a seguir por professores e alunos são manter os cabelos sempre presos e a proibição do uso de acessórios como anéis, relógios e colares.

A coordenadora da escola Funlec, Roseane Vieira explica que apenas sete alunos do ensino infantil, de quatro e cinco anos, retornaram às aulas hoje. “Nós temos duas salas de aula disponíveis uma com capacidade de oito alunos e outra com cinco alunos. Hoje uma dessas salas ficou apenas com dois alunos. Os alunos que voltaram assinaram um termo, então conforme eles assinam a gente autoriza a volta”.

Antes de retomar as aulas presenciais, Roseane explica que foram realizadas reuniões com todos os país para estabelecer regras internas. Neste período os alunos não levaram nenhum material para casa, na hora da saída as crianças são liberadas uma por vez e os pais devem esperá-los distante da entrada. “A gente tem os grupos para manter contato e poder passar as informações para os pais. Hoje eles trouxeram todo material que eles fizeram em casa durante esses seis meses de acompanhamento online e não vão mais levar tarefa para casa”.

De acordo com Diego Caldeira, pai de aluna do segundo estágio, apesar do distanciamento e das normas, a filha estava ansiosa para poder sair de casa e rever os colegas. “Para voltar teve bastante regra, mas foi ótimo porque ela não aguentava mais ficar dentro de casa. A gente mora em apartamento, ela ficava presa o dia inteiro e não via hora de voltar”.

 

Novo normal

Na entrada da escola todos os alunos aferem a temperatura, higienizam as mãos, pés e todo o material. Além disso, a Funlec exigiu o uso de máscaras por todos. Mãe da aluna do primeiro estágio de ensino, Adriana Borges, relata que explicou todas as diferenças para a filha antes e levá-la para a escola. “Eu vim explicando que ela não ia poder abraçar, que a professora não ia poder abraçar porque não pode. Ela já está acostumada com esse problema do coronavírus. Em casa todo mundo teve então eu fiquei tranquila em trazer ela”. 

 
 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!