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ATUALIZAÇÃO

País registra 1.284 mortes por covid-19, total chega a 82.771

País registrou 67.860 novos casos de Covid-19, mais um recorde diário de confirmações da doença
22/07/2020 20:00 - Estadão Conteúdo


O Brasil registrou 1.284 novas mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos pela doença a 82 771, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde nesta quarta, 22.

De ontem (21) para hoje, o País registrou 67.860 novos casos de covid-19, mais um recorde diário de confirmações da doença, superando o anterior, registrado em 19 de junho, quando foram contabilizados 54.771 casos do novo coronavírus. Com isso, o número de infectados chegou a 2.227.514. Desse total, 1.532.138 (68,8%) correspondem aos recuperados e 612.605 (27,5%) ainda em acompanhamento.

O dado do ministério não significa que todas as mortes ocorreram nas últimas 24h. Os casos, no entanto, estavam em investigação e foram confirmados neste período. Há ainda cerca de 3.795 mortes em investigação.

O Estado de São Paulo contabiliza 439.446 casos do novo coronavírus e 20.532 mortes. O Ceará tem 153.108 infectados pela doença e 7.317 óbitos. O Rio de Janeiro atingiu nesta quarta-feira o número de 148.623 casos confirmados de covid-19 e 12.443 mortes.

RIO

A Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro divulgou balanço no início da noite desta quarta-feira, 22, com 150 novas mortes por covid-19, elevando o total no Estado para 12.443 óbitos pela doença. Ao todo, há 148.623 casos confirmados de coronavírus.

Epicentro da contaminação, a capital fluminense registrou até esta quarta 68.334 casos, com 7.887 mortes. Niterói, com 8.321 diagnósticos confirmados de covid-19, São Gonçalo (7.393) e Duque de Caxias (4.748) vêm na sequência.

Além das mortes confirmadas, a secretaria aguarda o resultado de exames para confirmar ou descartar outras 1.143 suspeitas de coronavírus.

 
 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!