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País registra 684 mortes por covid-19 em 24h, total chega a 108 536

País teve a confirmação de mais 19.373 casos da covid-19, elevando o total para 3.359.570
17/08/2020 21:00 - Estadão Conteúdo


O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, 684 mortes em razão do novo coronavírus, segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 17, pelo Ministério da Saúde. O total de óbitos é de 108.536.

Nas últimas 24 horas, o País teve a confirmação de mais 19.373 casos da covid-19, elevando o total para 3.359.570. Desse total, segundo o Ministério da Saúde, 2.478.494 (73,8%) correspondem ao total de pessoas recuperadas da doença e 772.540 aos casos que estão em acompanhamento.

O Estado de São Paulo contabiliza 702.665 casos confirmados da covid-19 e 26.899 mortes. A Bahia tem 217.115 casos da doença e 4.475 óbitos. O Ceará tem 198.202 confirmações do novo coronavírus e 8.163 mortes.

PESQUISA

O pior momento da crise causada pelo coronavírus no País já passou, na opinião de 52% da população brasileira. O dado consta em pesquisa XP/Ipespe de agosto, divulgada nesta segunda-feira, 17.

É a primeira vez na pesquisa em que mais da metade da população diz que o pior ficou para trás. O resultado representou forte melhora do otimismo na comparação com julho, quando 39% afirmaram que o pior já havia passado. A margem de erro é de 3,2 pontos porcentuais.

Na outra ponta, a fatia da população que considera que o pior ainda está por vir caiu à mínima de 41%, de 53% na pesquisa de julho. É a menor taxa dessa resposta desde abril, quando a pergunta passou a constar na pesquisa.

Também houve melhora na percepção de risco da população. A proporção dos que dizem não estar com medo do coronavírus atingiu em agosto seu maior nível em cinco meses. A razão chegou a 28%, de 24% em julho, mesmo nível observado em março, quando o vírus havia acabado de chegar ao País.

A proporção dos que dizem estar com muito medo do vírus também caiu e atingiu 33% da população, o menor nível desde fevereiro (21%). Os que dizem estar com um pouco de medo oscilaram de 37% em julho para 38% em agosto. Todas as variações ficaram dentro da margem de erro, de 3,2 pontos porcentuais.

A avaliação do desempenho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no combate ao coronavírus oscilou dentro da margem de erro. Os que consideram o desempenho dele ruim ou péssimo foram de 52% para 50% e os que consideram bom ou ótimo passaram de 25% para 24%. A taxa regular oscilou de 21% para 22%.

A avaliação dos governadores também oscilou dentro da margem: a aprovação dos Estados no combate ao coronavírus foi de 39% para 38% e a reprovação passou de 28% para 26%. A avaliação regular ficou estável em 33%.

A pesquisa realizou 1.000 entrevistas telefônicas entre os dias 13 e 15 de agosto. A amostra considera sexo, tipo de cidade, região, idade, porte do município, religião, ocupação, renda e nível educacional dos entrevistados.

 
 

Felpuda


Figurinha está trabalhando intensamente para tentar eleger a esposa como prefeita de município do interior.

Até aí, uma iniciativa elogiável. Uns e outros, porém, têm dito por aí que seria de bom tom ele não ensinar a ela, caso seja eleita, como tentar fraudar folha de frequência de servidores. 

Afinal, assim como ele foi flagrado em conversa a respeito com outro colega, não seria nada recomendável e poderia trazer sérias consequências. Só!