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PANDEMIA

Apenas 1,7% dos municípios não tiveram casos da Covid-19

Segundo o Ministério da Saúde, 95 dos 5.568 municípios brasileiros não tem diagnósticos da doença
26/07/2020 05:00 - Agência Brasil


Apenas 95 dos 5.568 municípios brasileiros ainda não registraram casos confirmados de Covid-19 até o momento. Isso equivale a 1,7%, segundo dados do Ministério da Saúde computados até ontem (24).

As cidades livres de Covid-19 estão distribuídas em dez estados: São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Maranhão, Goiás e Bahia. Minas é o estado com mais municípios nesta situação, mas é também o com mais cidades em todo o país (853).

Na última semana epidemiológica (29ª), 4.523 municípios informaram casos novos, sendo 490 apenas 1, 3.598 entre 2 e 100, 397 entre 101 e 1000 e 38 relataram mais de 1.000 novas pessoas infectadas na semana.

Já mortes em função da Covid-19 foram notificadas em 59% das cidades brasileiras, 3.281. Na última semana epidemiológica, 225 novos municípios entraram para este grupo. Nesta semana epidemiológica, 1.469 localidades tiveram novos óbitos, sendo 749 com 1 óbito, 612 com 2 a 10 mortes, 85 com 11 a 50 e 19 localidades com mais de 50 vítimas fatais nos sete dias.  

A interiorização da pandemia já vem sendo mostrada pelos dados consolidados pelo Ministério da Saúde nas últimas semanas. Há três meses, na semana epidemiológica 17, 17% dos casos estavam no interior e 83% nas regiões metropolitanas.

Há um mês houve o emparelhamento das duas áreas. Desde então vêm ocorrendo um crescimento de novas pessoas contaminadas, com a distribuição na última semana ficando em 57% no interior e 43% nas regiões metropolitanas.

As mortes, contudo, ainda são maioria nos grandes centros. Conforme o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado nesta semana, 55% dos óbitos desde o início da pandemia ocorreram em cidades de regiões metropolitanas enquanto 45% foram oriundos de outras localidades.

 
 

Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.